Germinal – Educação e Trabalho

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Biocana promove formatura do Programa Jovem Aprendiz Rural 11 de dezembro de 2012

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O site da Biocana, divulga  a seguinte nótícia sobre o Aprendiz Rural, programa desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo.

Premiado, o Programa de Responsabilidade Social que é voltado para a qualificação profissional de estudantes com idades entre 14 e 18 anos forma novas turmas no dia 13 de dezembro

A escassez de mão de obra treinada e qualificada fez com que a Biocana (Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Energia) investisse, em 2008, na formação de jovens aprendizes rurais.

Na época, uma parceria com o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o Sindicato Rural Patronal de Catanduva, SP, culminou na implantação do Programa Jovem Aprendiz Rural. Atualmente, após cinco anos, já são oito turmas e mais de 250 concluintes do curso. No próximo dia 13 de dezembro, outros 65 estudantes com idades entre 14 e 18 anos incompletos irão receber os certificados de conclusão do curso.

O Programa Jovem Aprendiz Rural criado pelo Governo Federal visa proporcionar ao jovem a educação profissional, básica e genérica necessária para o mercado de trabalho, em todas as atividades produtivas do meio rural, complementadas com o desenvolvimento das competências de empreendedorismo.

Como consequência permitirá realizar suas atividades de maneira a aumentar a produtividade, rentabilidade e competitividade do setor agroindustrial. São mais de 20 oficinas aplicadas. Além dos filhos de colaboradores das usinas associadas à Biocana, jovens de comunidades da região noroeste também integram as turmas.

A experiência do Programa também foi retratada no Livro ‘Vida de Instrutor’, do SENAR, onde a instrutora, Cláudia Bedaque Mugayar, relata a visita a um lar de idosos juntamente com o grupo de alunos. O case foi o único selecionado em todo o Estado de São Paulo para compor o material.

Para a diretora-presidente da Biocana, Leila Alencar Monteiro de Souza, o alcance social de iniciativas como esta é imenso. “Os resultados são surpreendentes. O Jovem Aprendiz Rural proporciona bem mais que a possibilidade de um futuro emprego através do aprendizado técnico, mas principalmente, auxilia na formação humana; um diferencial que reflete positivamente na carreira destes cidadãos. E formar pessoas é um dos pilares da entidade”, enfatiza.

Ao longo do curso, os estudantes aprendem sobre ação comunitária, oficinas sobre ética e cidadania; marketing e comercialização; promoção da saúde, comunicação oral e escrita. O programa também aborda técnicas de agropecuária, recuperação de áreas degradadas, manutenção de propriedade agrícola e gestão de recursos humanos.

Além destas, outras atividades monitoradas são realizadas por empresas parcerias da Biocana. Um exemplo foi a apresentação da Uniodonto sobre higiene bucal com posterior exames visando à prevenção de doenças. Este ano, o Programa também proporcionou ciclo de palestras feitas pela Unimed sobre correção postural, tabagismo, patologias, primeiros socorros, além de visitas às usinas que integram o Jovem Aprendiz Rural, ocasião em que foram abordados temas como alimentação saudável, mercado de trabalho, entre outros.

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PRODUÇÃO DE HUMOS – MINHOCÁRIO 8 de setembro de 2011

Uma das propostas da Oficina de Tecnologia da Informação do Programa Jovem Aprendiz Rural é a criação de um  blog para cada turma de aprendizes. O Manual do instrutor e do participante do Programa deixa em aberto qual deve ser o conteúdo do blog e a forma como os alunos devem participar de sua construção.

O Programa Jovem Aprendiz Rural de Ribeirão Bonito (SP) desenvolveu uma proposta interessante de conteúdo e de forma de participação dos alunos. Cada aluno relata e ilustra o desenvolvimento de unidades temáticas do curso. Para exemplificar, reproduzimos o relato e as ilustrações do aluno Clemerson sobre a produção de humos. Relatos e ilustrações sobre outras unidades do curso podem ser encontradas clicando aqui.

PRODUÇÃO DE HUMOS– MINHOCÁRIO – ÁREA EXPERIMENTAL – PROGRAMA JOVEM APRENDIZ RURAL – 2011 – (Clemerson)

O nosso minhocário foi feito em forma retangular de bambu no chão, com medidas 1×2 metros. Foi utilizado somente bambu e arame para construí-lo.
Depois de pronto o minhocário colocamos esterco e molhamos e colocamos minhocas do tipo Califórnia para que elas começassem a produzir humos.
O humos é uma espécie de adubo orgânico. Você poderá produzi-lo para uso na sua produção agrícola particular ou para comercializar.
As minhocas são encontradas nas Cooperativas Agrícolas. Você poderá comprá-las para recriar ou vender. Caso não conte com a possibilidade de ter as minhocas, poderá iniciar uma produção com os ovos das próprias minhocas.
Postado por Jovem Aprendiz às 06:02
 

Presente, Passado, Futuro 20 de fevereiro de 2011

A vivência “Presente, pasado, futuro” foi criada para introduzir o Projeto de Ação Comunitária, um dos componentes curriculares do Programa Jovem Aprendiz Rural, desenhado pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo

Objetivo:

Provocar a expressão de percepções e sensações, presentes nas pessoas do grupo, em relação ao seu próprio ambiente; aquecer para o tema do Projeto.

Procedimento:

No chão da sala, no centro do semicírculo, faça a demarcação de três campos com fitas coloridas ou com fita crepe.
Informe que os espaços representam, respectivamente, o tempo passado, o tempo presente e o tempo futuro (indique cada um deles com uma tarjeta escrita), em relação ao ambiente onde vivem os aprendizes, envolvendo: moradia, relações, vizinhança, rua, bairro, região, cidade.

Oriente-os para que pensem no seu ambiente no tempo passado (já vivido) e façam um desenho, em 5 minutos no máximo, representando-o no passado. Peça para colocarem seus desenhos no espaço demarcado representando o passado.

A seguir, oriente-os para que pensem no seu ambiente no tempo presente e façam um desenho representando-o no presente (como realmente é hoje). Peça para colocarem seus desenhos no espaço demarcado representando o presente.

Finalmente, oriente-os para que pensem no seu ambiente no tempo futuro (como gostariam que fosse, como idealizariam). Da mesma forma, peça para colocarem os desenhos no respectivo espaço demarcado.

Em semicírculo, cada aprendiz apresenta e explica, sucintamente em 2 minutos no máximo, os desenhos que fez do seu ambiente, nos tempos presente, passado e futuro. Na medida em que as apresentações dos desenhos forem feitas, registre no flip-chart, em três colunas, os elementos positivos e negativos dos ambientes apresentados e as características do ambiente idealizado para o futuro.

 

Revista eletrônica do Programa Jovem Aprendiz Rural 8 de julho de 2010

 

A Oficina de Tecnologia da Informação do Jovem Aprendiz Rural, desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo, prevê a seguinte atividade:

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Lançando o grande desafio da oficina

Faça uma apresentação solene do grande desafio da Oficina de Tecnologia da Informação o projeto de criação e realização de uma revista. O tema básico da revista será o desenvolvimento sustentado e a agropecuária. Colocado como questão, o tema pode ser assim enunciado: Qual o papel da agropecuária no desenvolvimento sustentado?

Estimule comentários e perguntas a respeito da proposta. Faça circular exemplares da revista Globo Rural, como exemplo de revista que tem a agropecuária como tema. Peça para os participantes observarem o lay-out, a “cara” da revista, o quadro das seções existentes na publicação, logo na primeira página, e o editorial na página seguinte. Observar também o visual (lay-out) de cada seção. Aponte a apresentação das sessões no corpo da revista: títulos, matérias, reportagens, propaganda.  Converse sobre os assuntos que poderiam ser tratados na revista, dentro do âmbito de conteúdo definido.

A fonte de pesquisa será apenas a Internet, tanto para o conteúdo quanto para ilustrações. Anúncios de publicidade poderão ser criados com recursos da Internet e do próprio Word e do Paint. Entrevistas com cientistas e técnicos podem ser incluídas, se forem feitas por e-mail.

Explique que eles deverão fazer primeiramente o projeto da revista, definindo o que ela deverá conter, suas seções, reportagens, etc. O trabalho terá início na próxima sessão de aprendizagem. Até lá, todos podem ir pensando sobre a revista, como poderia ser, que contribuição poderia trazer, etc.

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Como resultado da atividade, revistas eletrônicas foram editadas. Algumas delas estão publicadas na Internet. Um exemplo de revista eletrônica já publicada pode ser acessada  em:  http://www.slideshare.net/nilouchat/jovem-agricultor.

Visite.

 

Aprendizagem Rural: Colheita e Armazenagem 22 de novembro de 2009

 

 O texto postado a seguir é a orientação para uma visita técnica do Progama de Aprendizagem Rural, que foi desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo. A orientação para a visita está incluída no Manual do Instrutor do Projeto Articulador “Tornar uma Área Produtiva de Forma Sustentável”, Parte IV: Manejo e Colheita.

 

 

 

Visita técnica: Colheita e armazenagem

 A sessão de aprendizagem acontecerá em uma ou mais unidades de produção agrícola de grande porte. Se for possível, a turma será dividida em quatro grupos. Cada grupo deverá visitar uma propriedade rural dedicada à produção agrícola. Sendo possível, um dos grupos visitará uma unidade de produção diversificada de olerícolas. Outro grupo visitará uma propriedade dedicada às culturas anuais. Um terceiro grupo observará, em propriedade especializada, a colheita de produtos de culturas perenes ou semiperenes.

 

 É importante que a unidade visitada esteja em procedimento de colheita das culturas em questão. Você decidirá sobre a necessidade de deslocamento desta sessão para um momento posterior do Programa de Aprendizagem Rural, fazendo as adaptações necessárias, se preciso.

 

 No caso de impossibilidade de visita a várias propriedades, todos os grupos visitarão uma unidade de produção de olerícolas e de especiarias, onde a atividade de colheita é mais contínua. Neste caso, é recomendável que cada grupo de aprendizes observe as colheitas das espécies pertencentes a um mesmo tipo de olerícola ou especiaria. A saber:

● Grupo 1 – olerícolas folhosas (alface, almeirão, rúcula…);

● Grupo 2 – olerícolas de flor (alcachofra, couve-flor, brócolo…);

● Grupo 3 – olerícola de frutos (tomate, abóbora, pepino, pimentão…);

● Grupo 4 – olerícola de raízes, tubérculos e bulbos (cenoura, cará, mandioquinha, rabanete, alho, cebola, aspargo, cebolinha…)

● Grupo 5 – especiarias (manjericão, salsa, orégano, coentro…).

 

 Seguindo instruções da Cartilha do Aprendiz, os grupos utilizarão, como orientação de trabalho, a ficha de observação inserida no quadro a seguir e também disponível na referida cartilha.

 

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Durante a visita, enquanto objetivo secundário, solicite que os aprendizes investiguem as formas de manejo das culturas em observação, em especial naqueles aspectos do manejo que apresentem problemas no terreno experimental. O foco principal da visita será, no entanto, os procedimentos relativos à colheita e armazenagem da cultura em observação.

 

 Cada grupo utilizará tantas fichas de observação quantas forem as culturas observadas, preenchendo em todas elas a coluna “Procedimentos”, com o registro das formas de proceder utilizadas na propriedade que está sendo visitada. Se vários grupos observarem a mesma cultura, na mesma propriedade, reserve algum tempo no fim da sessão para integrar as observações de todos os grupos em uma única ficha.

 

Blogs do Jovem Aprendiz Rural 13 de outubro de 2009

 

Jovem Aprendiz Rural de Batatasi (SP)

No Programa Jovem Aprendiz Rural, a Oficina de Informática opera em torno de duas atividades básicas: a criação de um blog e a edição de uma revista eletrônica sobre agricultura sustentável.

 

Por isso, todo ano inúmeros blogs são criados pelos aprendizes. Os links a seguir dão acesso a alguns desses blogs e às matérias que eles veiculam.

 

Aprendiz Agudos – A força do Campo O QUE EU ACHO DO PROGRAMA JOVEM APRENDIZ RURAL

Evolução da Zootecnia Jovem Aprendiz Rural SENAR-SP

 Jovem Aprendiz Canteiro de flores

Jovem Aprendiz Preparação para o plantio de pepino

Jovem Aprendiz Rural – Fartura – 2009 Saiba mais sobre o Projeto Jovem Aprendiz Rural de Fartura – SP

JOVEM APRENDIZ RURAL DE MIRASSOL – A REVISTA DA REVOLUÇÃO RURAL…

Jovem Aprendiz Rural de Nhandeara Revista Jovem Aprendiz Rural

JOVEM APRENDIZ RURAL- PARDINHO 2009 Horta Mandala – Pomar

Jovem Aprendiz Oficina agregar valores a produtos.

JOVEM APRENDIZ RURAL DE BATATAIS

 

O Programa Jovem Aprendiz Rural, destinado aos jovens oriundos do campo e aprendizes, foi desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo. Busca desenvolver competências básicas para o trabalho, competências gerais para o trabalho rural e competências para o empreendedorismo.

 

Para o desenvolvimento dessas competências, tem uma organização curricular composta por Projetos e Oficinas, como pode ser visto aqui.

 

Para cada um dos componentes curriculares foi elaborado um manual para o coordenador docente e uma Cartilha do Aprendiz, de modo a propiciar um referencial para a ação docente, um material de apoio para os alunos e facilitar a integração e o treinamento dos professores do Programa. Para conhecer agumas amostras desses manuais, clique aqui.

 

O trabalho doméstico profissional 28 de julho de 2009

“A casa de infância de Henri Bachelin é a mais simples de todas. É a casa rústica de um povoado de Morvan. No entanto, com suas dependências campesinas e graças ao trabalho e à economia do pai, é uma casa onde a vida da família encontrou a segurança e a ventura. No quarto iluminado pela lâmpada junto à qual o pai, agricultor e sacristão, lê de noite a vida dos santos, o menino vivencia seu devaneio de primitividade, um devaneio que lhe acentua a solidão até o ponto de imaginar que mora numa cabana perdida na floresta. Para um fenomenólogo que procura as raízes da função de habitar, a página de Henri Bachelin é um documento de grande pureza. Eis a passagem essencial (p. 97): “Eram horas em que com força, juro, eu nos sentia como eliminados da cidadezinha, da França e do mundo. Eu sentia prazer – e guardava para mim as minhas sensações – em imaginar-nos vivendo no meio dos bosques, numa bem aquecida cabana de carvoeiros: gostaria de ouvir os lobos aguçarem as garras no granito indestrutível da soleira de nossa porta. Nossa casa servia-me de cabana. Via-me ao abrigo da fome e do frio. Se eu tremia, era só de bem estar” (Gaston Bachelard).

 

O texto a seguir é a descrição de uma sessão de aprendizagem do Programa de Capacitação de Empregados Domésticos, desenvolvido pela Germinal para o SENAC de São Paulo. Para mais informações sobre o Programa, clique aqui.

 

 

 

            Sessão 2

 

                                                                            O Trabalho Doméstico Profissional

 

 

 

 

Objetivos: Analisar os universos residencial e profissional e reconhecer as diferenças sobre a sua aparente similaridade. Reconhecer seus “hábitos de morar” e contrapô-los com os do ambiente de trabalho. Valorizar a sua forma de viver e conviver, sem desconsiderar a necessária adaptação às demandas de ambientes profissionais distintos. Desenvolver a competência de ouvir.

  

Atividade 3: minha casa, meu trabalho?

Descrição: o coordenador retoma as anotações feitas em flip-chart na Atividade 2 sobre “suas casas da memória”. A seguir orienta um pequeno relaxamento que facilite a audição de uma fita contendo sons da natureza. Seguem-se comentários gerais sobre as sensações e a experiência desse ouvir.

  

 

Terminado o aquecimento inespecífico, os participantes se dividem em quatro grupos. O coordenador informa que cada grupo será responsável por trabalhar com um dos segmentos de filmes que irá exibir . Os segmentos retratam casas e formas de morar, são eles:

 

· Grupo 1: A Dama e o Vagabundo, desenho animado de Disney, segmento inicial.

 

· Grupo 2: Vestígios do Dia, segmento em que pai e filho (mordomos) servem o jantar.

 

· Grupo 3: Cinderela, desenho animado de Disney, segmento inicial em que Cinderela serve o café da manhã.

 

· Grupo 4: A Casa dos Espíritos, segmento inicial até a cena em que Clara movimenta o vaso com o pensamento.

  

 

Cada grupo deverá preparar uma pequena representação, sem fala, em dois atos. O primeiro ato terá por título: cuidar e morar em minha casa. O segundo ato: cuidar e morar (enquanto empregado doméstico) da casa retratada no filme.

  

Terminada a preparação, os grupos apresentam seus pequenos espetáculos teatrais. Após as apresentações, o coordenador estimula, coordena e articula a análise das cenas em torno das seguintes questões:

 

1. Quais os sentimentos suscitados pela vivência dos dois ambientes (representação da minha casa e representação da casa do filme)?

2. Quais as diferenças de comportamento condicionadas pela mudança de ambiente e de situação?

3. Como meu jeito de morar interferiu com a minha atuação dentro da reprodução do cenário do filme?

4. Como eu vejo a minha forma de viver e de me comportar em comparação com a forma de viver e se comportar dos donos da casa do filme?

  

Após o debate em torno de cada questão, o coordenador encaminha uma síntese referenciado nos objetivos da sessão.

  

Recursos: Aparelho de som. Fita K7 ou CD. Vídeo. Fitas de vídeo com os segmentos de filme selecionados.


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