Germinal – Educação e Trabalho

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O PROCESSO DE PROJETO DE ARQUITETURA ESCOLAR NO ESTADO DE SÃO PAULO E AS POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO. 4 de outubro de 2011

 Continuamos a receber de nossos leitores textos sobre as relações entre Arquitetura e Educação. Desta feita, a contribuição veio de Monica Sanches da Academia de Engenharia e Arquitetura. Com o mesmo título deste post, o texto é uma produção conjunta de  Doris Catherine Cornelie Knatz Kowaltowski : Arquiteta, PhD, Prof. do Departamento de Arquitetura e Construção UNICAMP – e-mail:doris@fec.unicamp.br e de Marcella Savioli Deliberador: Arquiteta, Mestre, UNICAMP – e-mail: marcelladeliberador@yahoo.com.br . A seguir, apresentamos o resumo do texto e uma de suas ilustrações:

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RESUMO

A qualidade da educação vem sendo constantemente questionada através das avaliações de desempenho aplicadas junto aos alunos das escolas públicas. Observa-se a necessidade de uma atuação multidisciplinar que vislumbre a melhoria da qualidade de ensino de forma geral, o que significa incluir a participação do profissional de arquitetura, responsável pelas definições das características físicas do ambiente escolar. O objetivo desse trabalho é abordar aspectos relativos à qualidade do espaço escolar e das questões inerentes ao processo de projeto das escolas públicas do Estado de São Paulo. A metodologia utilizada envolveu a sistematização das informações disponíveis na literatura relativas à qualidade do espaço escolar com ênfase nas áreas livres. Observou-se que na prática de projeto as relações entre espaços internos e externos são ignoradas, desde o programa de necessidades, onde os ambientes aparecem apenas descritos com relação às suas dimensões físicas. Descreve-se o pátio como um espaço limitado às suas dimensões físicas e não entendido como um conceito ampliado de uso educacional das áreas livres. Esses pátios são áreas que incorporam as atividades de lazer, além das atividades pedagógicas que impliquem na necessidade de espaços externos, dada a ausência da relação desses com os espaços das salas de aula.  A partir do estudo bibliográfico, propôs-se o esquema do processo de projeto de referência. Propôs-se também esquema do processo de projeto da Fundação para o Desenvolvimento Escolar, a partir da metodologia que a Fundação promove. Realizou-se uma pesquisa de campo que fundamentou o desenvolvimento de um terceiro esquema chamado de processo de projeto enriquecido, que incorpora as etapas do processo de referência consideradas possíveis de serem aplicadas na realidade atual da FDE. Esse estudo também demonstrou a pouca discussão existente acerca dos espaços livres, ou mesmo do típico pátio escolar. As implantações das escolas são desenvolvidas enfocando a acomodação dos ambientes do programa dentro dos terrenos exíguos e da promoção de um acesso adequado que traz uma mínima relação urbana ao projeto, dando pouca atenção às relações dos espaços internos e externos.  Faltam atuações direcionadas à qualidade da paisagem e o projeto de espaços de apoio e lazer, que enriqueçam a experiência educacional.

Palavras-chave: arquitetura escolar, parâmetros de projeto e processo de projeto.

O texto completo está publicado em páginas. Ele pode ser acessado através do menu disponível na coluna à direita ou clicando aqui.

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