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Trilha Jovem: eles estão empregados 24 de maio de 2009

 

O site  H2FOZ, em 22 de maio de 2009, veicula a seguinte matéria enviada pelo Ministério do Turismo.

 

O programa Trilha Jovem – Turismo e Responsabilidade Social, do Ministério do Turismo (MTur), dá condições para que jovens de baixa renda desenvolvam competências básicas e possam atuar no mercado de trabalho. Em novembro passado, durante a implementação do programa em Natal (RN), o jovem potiguar Pablo Lopes, 16 anos, participou do curso Viagens e Turismo. Hoje, trabalha na agência CVC Natal.

 

 “O curso não só me abriu as portas para o mercado profissional, mas também para as minhas atitudes e ações. Por causa do programa, consegui mudar minha postura que não era correta para o mercado profissional. Só tenho a agradecer a cada educador, a cada pessoa envolvida no projeto”, diz Lopes. E acrescenta: “O Trilha Jovem foi uma oportunidade única de conhecer a fundo a área de turismo. Conhecer cada segmento em si, cada macete para que tudo saia com a organização, excelência e qualidade que os professores tanto ensinam”.

 

 Lançado em 2004, o programa já formou 2.400 estudantes de vários destinos brasileiros. Este ano, outros 720 alunos que cursam o ensino médio em escolas públicas participaram do programa no Recife (PE), em São Luís (MA), Natal (RN) e Brasília (DF). Entre eles, 668 já concluíram a etapa de formação e agora se encontram em processo de encaminhamento para o mercado de trabalho. Lopes é um dos 64 jovens concluintes da etapa de formação que estão ocupados. 

 

  Durante a etapa de formação do programa, os participantes desenvolvem competências nas áreas de Alimentos e Bebidas, Hospedagem e Viagens e Turismo por meio de atividades teóricas, oficinas práticas e vivência profissional supervisionada em empreendimento turístico. O programa de formação tem duração de 580 horas. Entre as oficinas oferecidas estão a de prestação de serviços de salão, de bar, de cozinha, de segurança dos alimentos, de recepção, de turismo emissivo e receptivo, e a de inglês.

 

 Segundo a coordenadora geral de Projetos de Estruturação do Turismo em Áreas Priorizadas do MTur, Kátia Silva, a parceria entre o poder público e a iniciativa privada é fundamental para associar geração de trabalho e renda no turismo com busca de excelência no atendimento e na prestação de serviços. O jovem Melquíades Falcão, 21 anos, participante do Trilha Jovem no Recife, conta que está empregado. Falcão trabalha em um restaurante da cidade. Para o jovem, o programa proporcionou a base para que pudesse iniciar a vida profissional. “Com as aulas, pude aprender tudo sobre o universo do turismo. Aprendi a lidar com grandes desafios, pois cada projeto era único. Hoje, levo comigo a convicção de que sou um profissional e estou apto para exercer qualquer função na área de alimentos e bebidas.”

 

 A coordenadora de Vivência Profissional Local do Recife, Andreza Araujo, encarregada de acompanhar a inserção dos jovens no mercado de trabalho mostra a satisfação com o desempenho do programa. “Os jovens do Trilha realmente estão surpreendendo, tanto a nós do projeto quanto aos empregadores. As vagas que estão surgindo não estão sendo ocupadas por principiantes e sim por pessoas realmente motivadas, capazes e, além de tudo, profissionais. Nossos jovens estão realmente dando um show.”

 
Em Brasília, a jovem Ana Carolina Lino, 18 anos, participou do curso de Hotelaria. Segundo ela, foi a realização de um sonho. “Desde pequena queria trabalhar em hotel. Na verdade, queria ser dona de uma rede hoteleira.” A jovem conta, ainda, que o projeto superou suas expectativas. “Fico feliz de ter participado de um projeto sério. Abriu uma porta de oportunidades para mim. Agora, depois de participar do curso de Hotelaria, acredito que vou conseguir uma vaga no mercado de trabalho”, declara.

 

 José Eleomar de São Luís, 19 anos, conta que o programa contribuiu para o amadurecimento pessoal e profissional. “o Trilha Jovem mostrou que tenho capacidade de vencer, que posso dar uma melhor condição a minha família. O programa me ensinou a ter compromisso com as coisas que quero.”Para participar – Para participar do Trilha Jovem, os candidatos devem ter renda familiar de até três salários mínimos e idade entre 16 e 24 anos. É necessário, ainda, que os jovens estejam matriculados ou tenham concluído o ensino médio na rede pública de ensino há no máximo dois anos e não estejam trabalhando.

 
Memória – Lançado em 2004, em Salvador (BA), o programa Trilha Jovem – Turismo e Responsabilidade Social é uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Instituto de Hospitalidade. A iniciativa visa a formação e inserção de jovens de baixa renda no mercado de trabalho do turismo.
 
Uesder Costa Boa Ventura é um dos participantes da turma piloto do programa em Salvador. Uesder, ao concluir a etapa de formação do programa, em 2005, foi contratado como estagiário por uma agência de viagens de Salvador. A partir daí, vem trilhando uma carreira profissional bem sucedida. Atualmente, ocupa o cargo de supervisor em uma das lojas da empresa situada no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife. Compartilhou a experiência de ascensão profissional com os colegas de Recife durante a etapa de formação do Trilha Jovem na cidade.

 

As etapas anteriores do programa, realizadas em Salvador (BA), Foz do Iguaçu (PR), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (BH) e Porto Alegre (RS), beneficiaram 2.400 jovens.

 
 

 

(Ministério do Turismo)

 

 

 

Passagem secreta - Foto de Laura Peres

Passagem secreta - Foto de Laura Peres

 

 

 

O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.

 

Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.

 

A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade  da expansão nacional do Projeto.

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