Germinal – Educação e Trabalho

Soluções criativas em Educação, Educação Profissional e Gestão do Conhecimento

OFICINA APRENDER A APRENDER 25 de junho de 2008

O material apresentado neste post refere-se a um excerto da oficina “Aprender a Aprender”,  do Programa Jovem Aprendiz Rural (Eixo I – Competências Básicas para o Trabalho – Dimensão Ser Pessoa). O Programa foi desenvolvido para o SENAR de São Paulo.  A Germinal Consultoria, sob supervisãso da equipe técnica do SENAR, desenvolveu todos os Manuais do Instrutor e as Cartilhas dos Alunos de 19 unidades didáticas (Oficinas e Projetos) do Programa. O excerto foi extraído do Manual do Instrutor. O presente material é uma amostra do trabalho que pode ser desenvolvido pela Germinal Consultoria.

 Oficina de Aprender a Aprender

SESSÃO 1/5

Competências

Situação de Aprendizagem

Recursos

Tempo

 

 

Observar, analisar e refletir sobre a atuação adequada do outro como meio de aprendizagem.

 

 

A partir da reflexão, extrair aprendizagem das próprias experiências positivas e, especialmente, das experiências malogradas.

 

Memórias de Aprender

1. Aquecimento: ser aprendiz hoje

Textos: Jardim da Infância e Pilares

30’

2. Refletindo sobre a experiência de vida.

CD, cartolina branca, lápis, giz ou caneta de cor.

90’

INTERVALO

15’

3, Mapas mentais do aprender

Mapas mentais desenhados

45’

Fazendo, observando, refletindo e aprendendo

4. Escravos de Jó

Latinhas com balas ou pedras ou caixas de fósforo

 

55’

5. Avaliação: a palavra do dia

 

5’

 

 

 

 

 

 

1. Aquecimento: ser aprendiz hoje

Receba os participantes na porta da sala. Cumprimente-os um a um, de acordo com o nível de convivência que tiver com o grupo. Procure chamar cada um pelo nome. Se for o seu primeiro contato com o grupo, apresente-se e procure saber o nome de cada um (Procure, durante toda a sessão, memorizar o nome de cada participante. Isso vai ser importante para atividades da segunda sessão). Solicite que escolham uma cadeira para sentar, dentre as dispostas em semicírculo, previamente arrumadas e em quantidade idêntica ao do número de participantes. Solicite que todos os participantes localizem na Cartilha do Aprendiz o Texto de Apoio 1: Jardim da Infância (Citado no livro “O Empresário Criativo”, de Roger Evans e Peter Russel, São Paulo, Editora Cultrix, pg.169.) e façam uma leitura individual silenciosa.

Alfredo Volpi, Bandeirinha, 1958, têmpera s/ tela, 44,2 x 22,1 cm

Alfredo Volpi, Bandeirinha, 1958, têmpera s/ tela, 44,2 x 22,1 cm

 

 

 

 

 

 

 

Texto de Apoio 1 – Jardim da Infância

 

Grande parte do que eu realmente precisava saber a respeito da vida, de como viver, do que fazer e de como ser, aprendi no jardim de infância. A sabedoria não estava no cume da montanha da faculdade, mas ali na caixa de areia da escola maternal.

Essas são as coisas que aprendi: compartilhe tudo; seja leal; não magoe as pessoas; recoloque as coisas no lugar onde as encontrou; limpe aquilo que sujar; não pegue o que não for seu; peça desculpas quando machucar alguém; lave as mãos antes de comer…

Biscoitos quentes e leite frio são bons para você; leve uma vida equilibrada; aprenda um pouco, pense um pouco, desenhe, pinte, cante, dance, brinque e trabalhe um pouco a cada dia; tire uma soneca todas as tardes; quando sair para o mundo, fique atento no trânsito; dê as mãos e mantenha-se unido; perceba a maravilha…

Pense como o mundo seria melhor se todos nós – o mundo inteiro – tivesse biscoito e leite por volta de três horas de todas as tardes e depois deitasse com suas mantas para tirar um cochilo, ou se tivéssemos uma política básica em nossa nação e em outras nações de sempre recolocar as coisas no lugar onde as encontramos e limpássemos as sujeiras que fizéssemos. E isto continua a ser verdade, não importa a idade: quando sair para o mundo, é melhor dar as mãos e manter-se unido. 

Robert Fulghum, in: Mason, J.G. O Dirigente Criativo, São Paulo, IBRASA, 1974.

Ao final da leitura, estimule os aprendizes a fazerem comentários sobre a compreensão que tiveram. Relacione no quadro as idéias mais importantes identificadas por eles no texto. Depois, rapidamente, apresente os pilares da educação contemporânea, propostos por Jacques Delors.

  

Texto de Apoio 2- Pilares da Educação Contemporânea

 

 Aprender a Conhecer – Aprender a ter prazer no ato de compreender, de descobrir, de construir e de reconstruir o conhecimento. Valorizar a curiosidade, a autonomia e a atenção. Aprender a pensar, a pensar o novo, a reinventar o pensar.
 Aprender a Fazer– Saber preparar-se tecnicamente para o trabalho. Aprender a trabalhar coletivamente, a ter iniciativa, a gostar de uma certa dose de risco, a ser intuitivo, a se comunicar, a resolver conflitos e a ser flexível. 
 Aprender a Conviver– Aprender a viver com os outros, a compreender os outros, a desenvolver a percepção da interdependência, a administrar conflitos, a participar de projetos comuns, a ter prazer no esforço comum. 
 Aprender a ser– Aprender a desenvolver a sensibilidade, o sentido ético e estético, a responsabilidade pessoal, o pensamento autônomo e crítico, a imaginação, a criatividade, a iniciativa. Aprender a ser pessoa, a desenvolver-se integralmente, não negligenciando nenhuma das suas potencialidades.(Ver em Delors, Jacques, Educação: Um Tesouro a Descobrir. Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação Para o Século XXI, Bras

Solicite que os participantes classifiquem as aprendizagens citadas no texto “Jardim da Infância”, utilizando os pilares de Delors.

 
 

Observe que é possível defender que, dos quatro pilares, o texto privilegia dois deles. Na primeira relação de aprendizagens, iniciada com “compartilhe tudo”, o foco é no Aprender a Conviver. Na segunda relação (iniciada com “Biscoitos quentes e leite frio são bons para você”) o foco é no Aprender a Ser. Os pilares menos focados no texto são o Aprender a Fazer e o Aprender a Pensar, talvez por serem os pilares mais enfatizados em níveis mais avançados de estudo, aos quais o autor quis fazer um contraponto.

Note, porém, que existem várias classificações possíveis e que o esforço de classificação serve ao intuito de fixação dos conceitos e não deve ser prolongado até uma conclusão consensual.

 

2. Refletindo sobre a experiência de vida

 

Peça que cada participante  feche os olhos reflite sobre em que é bom ou sabe fazer. Depois peça que escolha a sua melhor qualidade ou o que sabe fazer melhor.

Escolhida a melhor qualidade, os participantes permanecem de olhos fechados. Agora, vão viajar no tempo. Na imaginação, vão retroceder na história de vida. Viajam em busca da origem e do desenvolvimento da qualidade escolhida. Vão localizar os momentos e as situações de vida que deram origem e promoveram o desenvolvimento da qualidade. 

Peça que os participantes, no ritmo de cada um, retornem ao ambiente de aprendizagem. Solicite que, lentamente, tomem contato com o corpo: pés, pernas, mão, braços, tronco, pescoço, cabeça, face… Que abram os olhos vagarosamente… Que se estiquem, que se espreguicem… Dê um tempo para que conversem com os colegas do lado.

Agora, divida os aprendizes em cinco grupos de trabalho. É interessante fazer isso de forma aleatória. Por exemplo, numere os participantes de um (1) a cinco (5), os que receberem o número 1 constituirão o Grupo Um, os que receberem o número 2 formarão o Grupo Dois e assim sucessivamente.

Nos grupos, os participantes irão trocar as suas vivências no exercício de imaginação anterior. Em especial, cada um relatará a qualidade escolhida e os caminhos do seu desenvolvimento. Alerte os grupos que a atitude dos que escutam deve ser de atenção e respeito. O que estiver falando não deve ser interrompido, nem julgado. Em sinal de respeito ao outro, não é um momento adequado para brincadeiras ou comentários desrespeitosos.

Observe e esteja atento aos pequenos grupos para garantir a postura de respeito e camaradagem necessária à apresentação de cada história individual. Esteja preparado para possíveis momentos de emoção.  Deixe o próprio grupo tratar deles. Só interfira se for necessário.

Quando em um grupo, todos concluírem suas falas, entregue ao grupo uma folha de cartolina branca e um conjunto de lápis e/ou caneta e/ou giz de cor. Solicite ao grupo que construa um “Mapa Mental”, como no modelo a seguir:

Ilustração 1: Mapa Mental

 

Peça para substituir a expressão “a fazer” por “como aprendemos”, bem como figuras e textos, ajustando-os à pergunta. Mantendo a pergunta, o grupo pode desenhar o mapa da forma mais criativa possível e com o número de respostas que julgar necessárias, não devendo ficar restrito às nove alternativas indicadas na figura. O mapa deve ser elaborado a partir dos relatos das experiências individuais de aprender. Antes da elaboração dos mapas, solicite que os participantes leiam o Texto de Apoio 3: ”Mapas Mentais” (veja em Mapas Mentais na Escola, de Virgílio Vasconcelos Vilela),  também inserido na  Cartilha do Aprendiz.

Texto de Apoio 2  

 

Mapas mentais

 

Mapas mentais são, antes de tudo, ferramentas de organização de pensamento, e têm muitas e variadas de aplicações pessoais e profissionais. Pela sua didática, vamos transcrever aqui a introdução disponível no site www.mapasmentais.com.br  e na apostila de introdução também acessível no site.

O primeiro mapa mental a gente nunca esquece

José Maria é um sujeito ocupado: é analista, professor, aluno, pai e tem um site. Ele costuma ter várias coisas para fazer, e gosta de registrá-las para não esquecer nada. Inicialmente, ele fazia uma lista simples, anotada em um papel qualquer:

– Lavar o carro

– Levar o carro para revisão

– Consertar vazamento da pia da cozinha

– Pagar a conta telefônica

– Tirar dinheiro

– Trocar a lâmpada do quarto

 

Depois, José Maria descobriu que ficava melhor agrupando os itens:

·                        Carro

     – Lavar

     – Levar para revisão

·                        Casa

     – Consertar vazamento da pia da cozinha

     – Trocar lâmpada do quarto

·                        Finanças

     – Pagar conta telefônica

     – Tirar dinheiro

Mas José Maria gostou mesmo quando achou um programa muito legal para fazer mapas mentais, e, depois de uma versão inicial e algumas mexidas, ele fez o seguinte para aquelas mesmas coisas a fazer:

 

E ele, que é analista, professor, aluno, pai e tem um site, usou os mapas de várias maneiras: para planejar aulas e apostilas, apresentar resumos para os alunos, elaborar relatórios e até para organizar melhor sua autocrítica, registrando os vários aspectos e enfoques possíveis. Convicto das vantagens, resolveu organizar as aplicações de mapas mentais também em um mapa, onde considerou cada uma de suas atividades e inseriu mais um tópico para a parte pessoal (veja próximo mapa mental).

 

Ao mostrar esse e outros mapas para as pessoas e alunos, José Maria logo descobriu que muitas tentavam olhar o mapa todo de uma vez, e “arrepiavam”. Mas ele ensinou-as a olhar no início apenas o título e um tópico de cada vez, e logo elas estavam gostando da coisa. Uma delas até comentou a vantagem de “quase não ter artigos e preposições nem blá-blá-blá, só idéias essenciais”.

Não satisfeito, José Maria queria ter para si uma visão bem clara e organizada dos benefícios de usar os mapas mentais, e fez o mapa a seguir. No primeiro nível, o dos tópicos principais, ele colocou os vários aspectos da vida beneficiados: trabalho, aprendizado, memorização e outros, e nos tópicos filhos os benefícios que já percebera. Ele destacou no mapa o que para ele é o mais importante na cadeia de benefícios: os efeitos pessoais que decorrem destes. E pregou o mapa mental em um local bem visível. (Ver texto completo e outras referências em: http://www.mapasmentais.com.br/.) 

 

 Esteja atento ao trabalho dos grupos no transcorrer da atividade.  Reoriente a atividade sempre que sentir que for necessário. Considere que os aprendizes estão enfrentando dois problemas simultâneos: sistematizar o que podem aprender a partir da experiência de cada um e trabalhar com a técnica de Mapas Mentais.

Quando um grupo concluir o seu Mapa Mental, solicite que ele seja fixado na frente da sala. Depois de fixado o Mapa Mental do grupo, os participantes daquele grupo podem sair para o Intervalo que terá uma duração variável, de acordo com o ritmo de cada grupo. O último grupo a sair terá 15 minutos de intervalo.

 3. Mapa Mental do Aprender

clip_image001No retorno do intervalo, peça que os grupos apresentem os seus participantes e os seus mapas mentais. Na apresentação dos grupos, solicite objetividade. Ao final de cada apresentação abra um breve espaço para o esclarecimento de dúvidas. O tempo de cada apresentação, incluindo a apresentação dos participantes e o esclarecimento de dúvidas não deve ultrapassar cinco (5) minutos.

Depois da apresentação dos grupos, relembre os quatro pilares da educação contemporânea: aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a conhecer. Desenhe o centro do Mapa Mental com o qual os aprendizes trabalharam. Coloque os pilares circundando o centro do Mapa Mental, como mostra a figura anterior. Observe que você pode utilizar outros símbolos para os pilares ou não utilizar símbolo algum.

 A partir desse centro de Mapa Mental, você coordenará um trabalho de síntese dos Mapas Mentais anteriormente elaborados pelos grupos e que estão fixados na frente da sala. Todos os aprendizes devem participar dessa síntese. Incentive a participação dos mais tímidos. A síntese deve ser um movimento rápido e não precisa ser exaustiva.

Ao final da síntese, peça que os aprendizes julguem o trabalho coletivamente elaborado. Solicite que eles percebam as ênfases e as ausências. Promova uma breve avaliação do que o grupo já sabe sobre o aprender e o que falta ainda a aprender.  

      

    

    4. Escravos de Jó

  Você vai convidar os aprendizes para participar de um jogo chamado Escravos de Jó, onde os participantes, sentados no chão, cantam a canção, a seguir. (A canção tem variações na letra. Alguns dos participantes podem conhecer outra versão. Um dos desafios do jogo é chegar a um consenso unânime sobre a letra da canção.)

 

Escravos de Jó

Jogavam caxangá,

Tira, bota,

Deixa ficar!

Guerreiros com guerreiros

Fazem zigue, zigue, zá.

Guerreiros com guerreiros

Fazem zigue, zigue, zá.

Ao mesmo tempo em que cantam, os participantes movem objetos (Podem ser latinhas de balas, caixas de fósforo, pedras de dominó… O importante é que o objeto produza ruído quando movimentado e, principalmente, quando toca o chão.)seguindo um ritmo determinado. Cada participante tem um objeto. Durante cada rodada de canto e movimento, o objeto que está na mão de cada participante deverá ser passado para o participante à sua direita. O texto de referência(Excerto de texto de João Batista Freire, em www.decorpointeiro.com.bracesso em 23/03/2005.), inserido no quadro abaixo acrescenta informações sobre o jogo.

 

 

 

Texto de referência 1: Escravos de Jó

 

Na sua forma mais tradicional, é uma brincadeira cantada, segundo a tradição, brincada por monges, e incorporada à cultura infantil. Os objetos, passados de mão em mão em uma roda de pessoas em volta de uma mesa ou sentadas no chão, giram sempre para a direita de quem está na roda. Enquanto passam o objeto, os participantes cantam uma canção.

Trata-se de uma prática que educa, entre outras coisas, no sentido da orientação espacial e temporal. Espacial pela direção com que deve ser passado o objeto; temporal porque a ação deve ser guiada por uma seqüência rítmica determinada.

 

Não é uma brincadeira fácil. Quanto maior for o número de integrantes da roda, mais difícil é coordenar os movimentos, porque não basta coordenar os próprios, mas, também, levar em consideração os movimentos de todos os demais.

 

Do ponto de vista social, a importância da brincadeira reside no fato de que cada um é responsável por todos os demais, de tal maneira que o erro de um implica no erro de todos. O êxito da brincadeira nunca é individual, mas coletivo. Trata-se, portanto, de um jogo cooperativo, como quase todos os jogos o são, porém, em alguns casos, bastante marcados por essa característica.

Muitas variações podem ser produzidas por quem orienta a brincadeira. Após certificar-se de que os praticantes já sabem realizar o jogo na forma tradicional, o orientador pode sugerir que o objeto seja passado da direita para a esquerda, por exemplo. Pode-se mudar tamanho, forma ou peso do objeto, e assim por diante.

Você perceberá que o jogo admite dois resultados. Se todos jogam corretamente, o movimento grupal é harmonioso e constante e os objetos fluem de forma ritimada entre os participantes. Se alguém erra, os objetos se acumulam em pontos específicos da roda de participantes. A probabilidade de erro será muito grande nas rodadas iniciais devido à falta de coordenação do grupo.

A cada erro, você deverá suspender a atividade e solicitar uma avaliação da situação pelos participantes. A causa do erro deve ser identificada e sugestões de mudanças serem formuladas pelos próprios aprendizes. Os participantes, em nova rodada do jogo, tentam implementar as mudanças. Novo erro, nova parada, nova avaliação, nova mudança. Depois do acerto do grupo, as rodadas em ritmo crescente são repetidas. Em qualquer momento do jogo, na ocorrência de erros, você deve repetir as paradas, as avaliações e as mudanças.

Dominadas as competências necessárias ao jogo (cantar a música, fazer os movimentos adequados, ajustar seu ritmo ao ritmo dos companheiros e da música, manter a concentração…), convide os aprendizes a experimentarem variações. A música pode deixar de ser cantada e passar a ser murmurada ou assoviada. Por fim, todos jogam silenciosamente, cantando mentalmente a música e o som dos objetos tocando ritmicamente o chão domina o ambiente.

Terminado o jogo, promova uma discussão sobre a experiência vivida. Na discussão deve ficar claro que os participantes viveram uma experiência de aprender a fazer associada à de aprender a conviver. As questões fundamentais que devem orientar a discussão são: como aprenderam a fazer (a cantar a música, as técnicas do jogo) e como aprenderam a conviver (a coordenar seus movimentos com os demais e cooperar com os outros na realização da tarefa comum).

 

Você deve registrar as conclusões da discussão modificando e alterando o Mapa Mental “Como Aprendemos?”, em construção. Informe que o Mapa Mental coletivo que foi desenvolvido nessa sessão será complementado nos próximos encontros. Solicite que um dos grupos ou participante passe-o a limpo e deixe-o preparado para receber novas contribuições nas próximas sessões da Oficina.

 

 5. Avaliação: a palavra do dia

Com uma palavra, escrita em torno do Mapa Mental “Como aprendemos?”, cada participante avalia o dia.

 

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