Germinal – Educação e Trabalho

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Telematrículas para educação de jovens e adultos começam hoje 25 de outubro de 2016

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Da agência Brasil – Agência Brasil – 24/10/2016 – Brasília, DF

Começam nesta segunda-feira (24) as telematrículas para os interessados no programa Educação de Jovens e Adultos (EJA), do Ministério da Educação, no primeiro semestre de 2017. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 deste mês pelo telefone 156, na opção 2. O atendimento funcionará de segunda à sexta-feira, das 7h às 21h e nos finais de semana, das 8h às 18h. O programa oferece os ensinos fundamental e médio para pessoas que já passaram da idade escolar e que não tiveram oportunidade de estudar.

Para fazer a pré-matrícula o candidato precisa informar apenas o nome completo, data de nascimento, endereço com CEP, telefone residencial ou do local de trabalho e indicar duas escolas de sua preferência. A lista com os selecionados para as vagas será divulgado no dia 21 de dezembro.

Os interessados em cursar o ensino fundamental devem ter mais de 15 anos. Para cumprir o ensino médio, o candidato deve ser maior de idade.

Não há limite de vagas para matrícula, portanto todos os candidatos que fizerem a matrícula dentro do prazo serão atendidos.

 

 

Fernando Haddad: Cidade Educadora depende de políticas que enxerguem educação para além dos muros da escola 22 de outubro de 2016

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Danilo Mekari – Portal Aprendiz – 20/10/2016 – São Paulo, SP

“A realidade é desafiadora e se transforma diariamente.” A constatação do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, serviu de introdução para uma complexa questão que perpassou a sua gestão a frente da capital paulista: o uso da cidade como território educativo.

“Tal realidade permite considerar hipóteses que até outro dia eram negligenciadas pelo poder público. Hoje, educação e cidade podem ser observadas como conceitos irmãos – é impossível pensar um sem pensar o outro”, afirmou o ex-ministro da Educação em sua participação no 2º Seminário Internacional de Educação Integral, realizado entre os dias 19 e 20/10, no centro de São Paulo.

Sob o tema “Reflexões sobre a cidade como território educativo”, Haddad e Maria Alice Setubal, presidente do Conselho de Administração do Cenpec e da Fundação Tide Setubal, teceram considerações sobre o potencial educativo do ambiente urbano, quando se apresenta como espaço de aprendizagem permanente.

“Muitas vezes, sobretudo nas metrópoles, deixa-se de perceber que crianças e jovens têm que estar em uma cidade que funcione, mas negligenciamos que uma cidade educa e deseduca”, apontou Haddad. “O tempo que crianças e jovens estão vivendo a cidade é relativamente grande, e ela pode ser organizada de forma a educar as pessoas. Isso depende de políticas públicas que enxerguem a educação para além dos muros da escola.”

Para isso acontecer, é preciso levar em conta uma ação intersetorial dos programas e políticas que incidem sobre o território, argumentou o prefeito da maior cidade do país. “A escola não pode ser sobrecarregada com tarefas que não são dela. É fundamental que seu entorno também seja um espaço educador.”

Segundo Haddad, cujo mandato termina no final do ano, há muitas maneiras de atingir este objetivo, e as ações desses quatro anos de gestão municipal sinalizavam para a ampliação deste conceito. “O gestor público municipal tem o poder de transformar a cidade e agir sob esse contexto. É muito importante que pessoas diferentes convivam no mesmo lugar: que a Avenida Paulista aberta para as pessoas receba tanto aquelas que vestem terno como as que vão de biquíni tomar sol.”

Fernando Haddad e Maria Alice Setubal discutem a necessidade de se criar políticas públicas intersetoriais em busca de uma Cidade Educadora.

Para Maria Alice, é necessário apontar que a educação integral é, em sua essência, uma política que busca a equidade ao colocar-se como estratégia de enfrentamento das desigualdades sociais. Ela defende que a experiência levada a cabo pela Fundação Tide Setubal no bairro de São Miguel Paulista, na zona leste paulistana, reforça o conceito de Cidade Educadora.

“Através de uma rede de proteção social, ativamos uma teia de articulações que se dá no território.” Ela propõe que as políticas públicas do território tenham como ponto de convergência a educação. “Em um país diverso como o nosso, o território importa, com suas histórias, culturas, diferentes níveis de educação. Levar em conta as especificidades de cada local é fundamental para pensarmos as políticas públicas e a universalização dos direitos.”

Maria Alice enxerga como fundamental que as políticas de educação prevejam integração com o espaço público urbano. “Ocupar os espaços com festas, festivais, teatros de rua e música os torna mais seguros e saudáveis. Mas isso exige parcerias entre a escola e outros equipamentos, para ganhar mais escala, impacto e ampliar as possibilidades de conhecimento.”

Ela elogiou a criação de um ciclo autoral no Ensino Fundamental da cidade, criado pela gestão petista. “Podemos ver que essa política tem uma efetividade concreta lá em São Miguel. Alunos se mobilizam e professores criam outro olhar para o território, vendo sentido na possibilidade de fazer um projeto de intervenção em sua comunidade”, ressalta.

Para Haddad, o conceito de educação integral deve buscar uma dimensão intersetorial de abrangência do conhecimento para capacitar a juventude para os desafios do dia a dia, não apenas do mercado de trabalho, mas principalmente no âmbito da cidadania. “Precisamos dotar a juventude de um aparato necessário para ela incindir, inovar, se reinventar. Quem vai responder à crise atual é essa nova geração”, aposta o prefeito, que finaliza: “Devemos liberar tempo para criar afeto e interação. Humanizar a cidade é um toque educacional.”

 

3 de outubro de 2016

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Quando a exceção vira regra no Estado de exceção

Guilherme Perez Cabral – UOL Educação – 03/10/2016 – São Paulo, SP

Em termos educativos, justificar ações que fogem à regra e ao direito democrático, afirmando a excepcionalidade do momento vivido, é muito ruim. Não é tão simples, como pode parecer, saber o momento de parar. A situação excepcional pode se tornar a regra e o Estado de exceção.

A imposição da reestruturação do ensino médio, pela via excepcional de uma medida provisória, passando por cima dos debates que ocorriam sobre o tema, não foi algo isolado.

Vem no contexto da derrubada da Presidente da República, num `tropeço na democracia`, nas palavras eufemísticas do Ministro do STF que presidiu o julgamento. Vem no contexto em que o Poder Judiciário decidiu que a divulgação ilegal de conversa telefônica entre Dilma e Lula, pelo Juiz Moro, não é ilegal. A atuação de Moro, na `Lava Jato`, configuraria um caso excepcional que escaparia às regras do Estado Democrático de Direito. Noutras palavras, excepcionalmente, ele não precisa cumprir a Constituição.

Familiares, pessoas próximas e queridas, conhecidos, desconhecidos aplaudiram tais medidas. Tomemos as ações necessárias, agora! Apoiemos Temer, Cunha (depois os descartamos)!, dizem. O momento é excepcional, é transitório. Como afirmou uma vez a Ministra Carmen Lucia, do STF: `tal como a quimioterapia impõe que se agridam células boas para atingir e exterminar células más, a fim de salvar o corpo do doente`, há de haver remédio que proteja nossas instituições de doenças que atingem sua saúde ética e jurídica.

Vivemos um período de exceções. Um estado de exceção, oposto ao estado de direito (de respeito aos direitos). A pergunta que fica é: saberemos o momento de parar com as excepcionalidades, restabelecendo a `normalidade` democrática?

O filme `Julgamento em Nuremberg` (1961) trata do julgamento, em 1948, de quatro juízes do regime nazista que, no exercício de suas funções, decidiram a favor do Holocausto. Entre eles, está Ernst Janning, renomado jurista cujo alinhamento ao nazismo a todos estranha.

Em seu depoimento, descreve o momento histórico alemão, no qual `tínhamos uma democracia, sim. Mas era deturpada por seus elementos`. Explica a ascensão de Hitler, que, apontando os `demônios` que entre eles havia, convenceu o povo de que `quando os demônios forem destruídos as misérias serão destruídas`.

E aqueles que sabiam das mentiras contidas nessas palavras? Por que aceitaram o projeto nazista? Janning responde e sua resposta vale para nós, neste momento em que a democracia está deturpada e os demônios a serem destruídos já sabemos quem são. Mudou a cor da estrela. A dos judeus era amarela. A dos tidos como `demônios`, hoje, é vermelha.

Janning diz: `que diferença faz se alguns políticos extremistas perdem seus direitos? Que diferença faz se alguma minoria racial perde seus direitos? Era apenas uma fase passageira. Apenas um estágio que atravessamos. Seria descartado, cedo ou tarde. O próprio Hitler seria descartado cedo ou tarde. O país está em perigo`.

Porém, nesse processo deseducativo, continua o juiz no banco dos réus, a situação excepcional se tornou a regra e o que deveria ser uma etapa de transição virou um `modo de vida`.

Familiares, conhecidos e desconhecidos, amigos e inimigos, em que medida, ao aceitar esse estado de exceções que vivemos, não estamos agindo como o juiz Janning? Em que medida não estamos fazendo disso o nosso modo de ser?

 

Escola de ensino integral é modelo na superação da desigualdade, mostra pesquisa 3 de agosto de 2016

Filed under: Sem categoria — José Antonio Küller @ 3:57 pm

Fernanda Cruz – Agência Brasil – 02/08/2016 – Brasília, DF

Pesquisa que mapeou escolas brasileiras e estrangeiras mostra que o ensino integral no ensino médio ajuda a superar as desigualdades em questões como inclusão social, autonomia, etnia, raça, gênero e sexualidade. O estudo foi divulgado hoje (2), na capital paulista, durante o Seminário Internacional Educação Integral e Ensino Médio: Desafios e Perspectivas na Garantia da Equidade, promovido pelo Centro de Referências em Educação Integral, Instituto Unibanco e Cidade Escola Aprendiz.

Foram selecionadas 29 escolas (12 delas estrangeiras), que se destacaram pela qualidade na educação ao vencer prêmios ou por indicação de secretarias municipais e estaduais de educação. Os pesquisadores escolheram instituições de países como Estados Unidos, Afeganistão, Peru e Argentina.

“São países que têm um tipo de trajetória muito semelhante à nossa, que têm com necessidade de reafirmar a integralidade da educação, mas que ainda não conseguiram fechar a equação do desenvolvimento integral”, disse Julia Dietrich, gestora do Programa Centro de Referências em Educação Integral.

Desenvolvimento integral

Julia afirmou que o ensino integral não significa apenas a ampliação do tempo do aluno dentro do ambiente escolar e tem a ver com o desenvolvimento do indivíduo em suas múltiplas dimensões (física, intelectual, emocional e social).

“Todo projeto político-pedagógico de escolas no Brasil quer formar cidadãos críticos, cientes do seu papel no mundo, capazes de transformar as suas realidades. O que a escola faz, na verdade, é inviabilizar esse processo. Cria cidadãos apáticos, fechados, com uma prioridade conteudista e não com uma abordagem do tipo: para que serve determinado conteúdo? O que a gente quer com isso?”.

Ângela Meirelles de Oliveira, doutora em história e pesquisadora da USP, que também atuou na pesquisa, disse que o ensino vem sendo relacionado erroneamente à instrução no Brasil. “A gente tem que reforçar que a educação precisa lidar com o sujeito como um todo. Não pode só instruir um ser que não esteja minimamente protegido. Sem fome, sem preconceito ou não tendo sua integridade respeitada”, explica.

Escola sem partido

Para Ângela, a proposta defendida por setores da sociedade de escola sem partido representa uma falácia. “A gente sabe que ninguém quer doutrinação na educação, mas eles estão usando esse texto genérico para escamotear uma tentativa grave de controlar a fala de docentes. O grande estopim foi o que eles chamam equivocadamente da ideologia de gênero, o que não existe. O texto da lei abre para numerosos equívocos que acaba com a liberdade de opinião, com a própria noção de educação. Eles defendem que professor não é educador, um absurdo”, disse.

A partir das conclusões do estudo, foram elaboradas 92 recomendações para as escolas interessadas em introduzir o ensino integral. Além de derrubar preconceitos, os pesquisadores recomendam o fortalecimento da autonomia do estudante, a possibilidade de intervir no seu próprio currículo escolar, nas decisões da escola e a promoção da diversidade.

 

Realização de seminários estaduais ajuda a aprimorar as propostas da Base Curricular 27 de julho de 2016

Filed under: Sem categoria — José Antonio Küller @ 12:57 pm

Assessoria de Comunicação Social – MEC – Revista Gestão universitária – 27/07/2016 – Belo Horizonte, MG

Estão em curso por todo o país os seminários estaduais para as últimas alterações e supressões na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nesta terça-feira, 26, as discussões começam nos estados da Paraíba e Bahia e no Distrito Federal. Na quarta-feira, 27, será a vez de Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo apresentarem as últimas contribuições ao documento. Os encontros nesta fase são organizados pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), com apoio do Ministério da Educação.

Rio Grande do Sul e Piauí deram a largada dessa etapa de debate no final de junho. Alagoas e Roraima foram os seguintes. Na semana passada, dias 19 e 20, foi a vez de Santa Catarina, onde o ministro da Educação, Mendonça Filho, esteve presente e defendeu que cada região tenha suas peculiaridades culturais e regionais incluídas no texto. “Não queremos um documento inflexível, nem impermeável a contribuições locais”, disse. “Precisamos de uma Base única nacional e bem definida de acordo com realidade de cada região e idade dos alunos.”

No seminário do Rio Grande do Sul, realizado em 23 de junho, foram expostas algumas dúvidas na organização dos objetivos curriculares (conteúdos ensinados) nos anos finais do ensino fundamental. “Em ciência, por exemplo, o que antes era trabalhado no sexto ano, agora será introduzido no oitavo”, explicou a coordenadora estadual da Undime, Márcia Adriana de Carvalho. Para ela, a lógica de estrutura da Base é muito boa porque abre a oportunidade da ação interdisciplinar na educação.

Em Alagoas, foram apresentadas sugestões relativas a termos usados na educação especial, sobretudo aqueles que descrevem deficiências, e a textos introdutórios sobre educação financeira. “Falamos de educação financeira, mas não falamos da educação fiscal; reconhecemos as pessoas com deficiência, mas precisamos falar de inclusão e valor humano”, sugeriu Ricardo Lisboa Martins, da comissão articuladora da Base e superintendente de políticas educacionais da Secretaria de Educação de Alagoas. “Acreditamos que seria importante mencionar de forma transversal, e em termos gerais, esses assuntos no documento.”

Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Roraima e Acre também já apresentaram as últimas contribuições ao texto da Base. Pelas previsões, os demais estados terão realizado seus seminários até o início de agosto. Os eventos estaduais somam-se aos debates anteriores, que desde 2015 reúnem propostas de atualização e unificação curricular da educação básica brasileira.

O objetivo da construção coletiva da Base é orientar as redes municipais e estaduais de ensino com dois terços da produção de currículos unificados. A parte restante de conteúdo será definida regionalmente. Daí a importância da participação dos professores, estudantes e representantes de entidades e conselhos de educação nessa fase. O documento deve ser concluído pelo Ministério da Educação até o fim do ano.

Versão — Os encontros estaduais são articulados por uma comissão composta por 15 integrantes de vários segmentos de cada estado. Nessa fase são permitidas alterações, supressões e acréscimos ao texto. Após a rodada de seminários, uma terceira versão do documento será elaborada pelo MEC.

Considerado um momento singular e democrático pelo presidente da Undime, Alessio Costa Lima, os seminários estaduais trazem mais conhecimento para o dia a dia dos estudantes brasileiros. “Dessa forma, as escolas estão participando ativamente do debate e construindo currículos mais qualitativos em termos de melhoria da educação em nosso país”, observa Alessio.

Prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), a meta da Base estabelece que a partir de 2018 as diretrizes sejam implementadas nas escolas. Além de atualizar o conteúdo didático e contribuir com a diversidade territorial, o documento trará orientações para a avaliação curricular e a formação de professores atuantes na educação básica.

Mais informações sobre a chamada pública e o calendário dos próximos encontros podem ser conferidos na página da Base Nacional Comum Curricular na internet.

 

UAB institui portal de recursos educacionais abertos com acesso livre 25 de julho de 2016

Filed under: Sem categoria — José Antonio Küller @ 10:14 pm

(CCS/Capes) – Revista Gestão Universitária – 25/07/2016 – Belo Horizonte, MG

Foi instituído, por meio da Portaria nº 106, de 14 de julho de 2016, o eduCapes, portal de recursos educacionais abertos com acesso livre, público e gratuito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e parceiros. A ferramenta é voltada para alunos e professores da educação básica, superior e da pós-graduação, que busquem materiais para elaboração de cursos ou para aprimoramento de seus conhecimentos. O lançamento está previsto para o mês de setembro, juntamente às atividades comemorativas dos dez anos da UAB.

O novo portal educacional online foi idealizado a partir da expansão do acesso à internet e do uso de novas mídias pelos estudantes, resultado do processo de democratização da informação e cultura, observando ainda a necessidade de publicizar, compartilhar e disseminar os materiais educacionais produzidos nos cursos ofertados no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), entre outros.

O eduCapes permitirá acesso a objetos educacionais de seu acervo tais como: laboratórios remotos e virtuais, jogos educacionais, ebooks, videoaulas, animações, dissertações e outros materiais de pesquisa e ensino, que estejam licenciados de maneira aberta ou sob domínio público advindos do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e de parcerias firmadas com outras instituições ou entidades que possuem material voltados para a educação como a Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), Representação do Governo dos EUA no Brasil, Fundação Lemman, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Khan Academy e o Banco Internacional de Objetos Educacionais (BIOE).

Além dos materiais disponibilizados por meio das parcerias destacadas acima, o eduCAPES permitirá o acesso às plataformas de universidades parceiras do Sistema UAB, tal como a já integrada ao Portal, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP),entre outros materiais a serem incluídos como os do Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Consórcio Cederj).

UAB

Criada em 2005, o sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) é um sistema integrado por universidades públicas que oferece cursos de nível superior para camadas da população que têm dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do uso da metodologia da educação a distância. O público em geral é atendido, mas os professores que atuam na educação básica têm prioridade de formação, seguidos dos dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos estados, municípios e do Distrito Federal. Hoje, o Sistema é coordenado pela Diretoria de Educação a Distância (DED) da Capes.

Pelo sistema UAB são ofertados mestrados profissionais em rede nacional no formato semipresencial voltados a professores da educação básica nas áreas de: Matemática (Profmat); Letras (Profletras); Ensino de Física – MNPEF (ProFis); Artes (ProfArtes); e História (ProfHistória). Também são ofertados neste mesmo formato o curso em Administração Pública (ProfiAP) e em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua).

 

Jovem Aprendiz Rural 16 de junho de 2016

Filed under: Sem categoria — José Antonio Küller @ 10:12 pm

Alunos de 14 a 17 anos da rede estadual de ensino estão tendo a oportunidade de participar do programa “Jovem Aprendiz Rural”, realizado pelo SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), entidade de direito privado, paraestatal, mantido pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

O projeto é realizado em parceira com a Prefeitura de Jacareí e o Sindicato Rural.

Os cursos, gratuitos, que seguem até o mês de outubro, com aulas teóricas e práticas, estão sendo ministrados na Escola Estadual Laura Augusta de Carvalho Rosas, no bairro Jamic, das 7h às 16h30.

Ao todo, 36 alunos estão participando, e, além das aulas, eles ganham almoço e lanche. O objeto do projeto é capacitar os jovens a trabalhar na agricultura, pecuária, silvicultura, aquicultura, extrativismo, agroindústria e atividades relativas à prestação de serviços, como destaca o Gerente de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Jacareí, Adenilson Marins.

“O curso é uma oportunidade para jovens que moram em áreas rurais investirem em conhecimentos para desenvolverem trabalhos na agricultura e até ajudar suas famílias”.

 

 
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