
PROJETO TRILHA JOVEM INICIA FASE DE INSERÇÃO DOS JOVENS NO MERCADO 16 de novembro de 2012
O projeto teve o encerramento do Eixo 2 marcado pelas ações dos jovens na comunidade. O grupo da área de Turismo e Atendimento, formado por 30 alunos realizaram uma ação na Praça da Bíblia, apresentando os atrativos turísticos para a comunidade. Os 30 alunos da área de Hospedagem realizaram uma ação no Colégio Estadual Bartolomeu Mitre, demonstrando o funcionamento das diferentes áreas de um hotel – recepção, recreação, hospedagem. E por fim, os 30 alunos da área de Alimentos e Bebidas realizaram um café no Lar dos Velhinhos.
Todas as atividades repercutiram diretamente na formação e preparo dos jovens para o mercado de trabalho, etapa esta que marca a nova fase do projeto. A partir da segunda quinzena de novembro até o dia 18 de dezembro os jovens passam a focar suas atividades na construção do seu Plano de Vida e Carreira, etapa onde os jovens receberão capacitação de como elaborar um currículo, como apresentar-se numa entrevista de emprego e com planejar sua vida profissional. Em paralelo, a equipe de vivência profissional do projeto inicia uma visita as empresas para busca de vagas que permitam ao jovens 80h de atuação dentro da sua área de formação.
As empresas que oferecem vagas aos jovens receberão um acompanhamento do projeto e a formação de um mentor que fará a interface com o jovem durante sua vivência profissional na empresa.
O apoio das empresas é fundamental para que estes jovens tenham oportunidade de mostrar seus talentos, competências e todo o aprendizado adquirido durante o curso.
No dia 18 de dezembro será realizada uma rodada de negócios com empresários interessados que poderão conhecer e conversar com os jovens do projeto.
Empresas interessadas em contratar os jovens devem entrar em contatos no telefone 45 3576 7112 ou através do email
// trilhajovem@poloiguassu.org
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O Projeto Trilha Jovem 25 de novembro de 2010
O site da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas – FACITEC veicula a seguiinte informação sobre o Projeto Trilha Jovem – Turismo e Inclusão Social:
O Trilha Jovem – Turismo e Inclusão Social é uma iniciativa que busca desenvolver o turismo sustentável por meio da inserção de jovens capacitados em empresas desse segmento. Através de um programa de formação, os participantes desenvolvem competências nas áreas de alimentos e bebidas e viagens e turismo, e também são preparados para atender exigências mais amplas do mercado de trabalho e da sociedade, criando a oportunidade de inclusão socioprofissional desses jovens no setor do turismo. “Mais que promover a inclusão de jovens, o Trilha Jovem pretende transformá-los em protagonistas da construção do turismo brasileiro”, afirma Rafael Sanches, Presidente do Instituto de Hospitalidade.
Criado em 2004, em Salvador, o programa, que é totalmente gratuito, já beneficiou mais de 4 mil jovens em diversas cidades brasileiras. Além da capital baiana, o projeto já foi executado nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Foz do Iguaçu (PR), Natal (RN), Recife (PE), São Luís (MA) e Brasília (DF). No Distrito Federal o projeto está em andamento por meio da parceria entre a Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas – FACITEC e o Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília – UnB.
m 2005, o Trilha Jovem foi apresentado como “caso de sucesso” na promoção da empregabilidade de jovens em evento organizado pela Fundação Internacional da Juventude – IYF, uma das entidades financiadoras do programa. Entre os fatores de sucesso estão o baixo índice de evasão, os altos índices de inclusão profissional, a satisfação dos empresários com o desempenho dos jovens e a transformação social que o programa promove, não só com os participantes, mas também em suas famílias e até mesmo nas comunidades onde estão inseridos.Esse resultado é alcançado em função da metodologia aplicada, que inclui aulas de inglês, informática, oficinas e projetos que buscam desenvolver as competências básicas necessárias para atuar no setor de turismo. O estímulo ao espírito empreendedor também é parte integrante das aulas. Os instrutores são profissionais de turismo, com conhecimentos práticos sobre a rotina das várias ocupações. O conceito pedagógico é amplo, e também busca preparar os jovens para a vida enquanto cidadãos e membros da comunidade.
O Trilha Jovem proporciona a oportunidade de vivência profissional supervisionada, associada com treinamento em empresas de alimentos e bebidas, agenciamento de viagens e meios de hospedagem, fazendo com que o jovem aprenda por meio das experiências vividas, dos problemas enfrentados e da ação desencadeada para a sua solução. A oportunidade geralmente leva a estágios e aprendizados remunerados e, em muitos casos, a contratos formais de trabalho.
O Trilha Jovem é uma iniciativa do Instituto de Hospitalidade desenvolvida com o apoio do Ministério do Turismo, Instituto Ibi, Counterpart International, com recursos da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e do programa entra21, uma iniciativa da Fundação Internacional da Juventude (IYF) e do Fumin – Fundo Multilateral de Investimentos, administrado pelo BID – Banco Interamericado de Desenvolvimento. Em Salvador, o programa conta com o patrocínio da Cordaid.

O Projeto Trilha Jovem - Turismo e Responsabilidade Social, inicialmente denominado apenas Projeto Turismo e Responsabilidade Social (PTRS), é um programa de educação básica para o trabalho no Setor de Turismo. A primeira versão do programa derivou de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.
Além da consultoria no desenho do currículo, a Germinal criou as Referências para a Ação Docente para todas as unidades curriculares do Projeto. Esse trabalho foi realizado a partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações. Clicando aqui, você poderá acessar amostras do trabalho desenvolvido na construção das Referências para a Ação Docente do Programa Trilha Jovem.
Atualmente o Trilha Jovem já está implementado em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Foz do Iguaçu. Começa a ser implementado em Brasília, São Luiz, Recife, Campo Grande e Manaus.
Trilha Jovem entra na segunda etapa no Distrito Federal 29 de julho de 2010

O site da Câmara Federal, a partir da Fonte: Assessoria de Comunicação e Marketing – Centro de Excelência em Turismo – CET/UnB, publicou, publicou a seguinte notícia sobre o Projeto Trilha Jovem:
Os participantes do Programa Trilha Jovem, executado no Distrito Federal pelo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB), chegou no Eixo II, cujo objetivo é promover a excelência em serviços. Para isso, os alunos contarão com algumas ferramentas específicas, como visitas técnicas e ações de plano de negócios nas áreas de viagens e turismo, hotelaria e alimentos e bebidas. Nesta fase estarão sendo preparados para a Vivência Profissional Supervisionada. Este momento é a oportunidade dos jovens conhecerem e vivenciarem as empresas e a realidade do mercado de trabalho no setor turístico.

Foto Flickr -cc- por Moises
O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.
Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.
A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade da expansão nacional do Projeto.
Aprendendo Inglês 17 de julho de 2010
O site Megafone, divulgou a seguinte matéria sobre o Trilha Jovem:
Em apenas e tão somente 20 dias, esses jovens estão conversando em inglês, coisa antes impossível.
Prof. José Afonso de Oliveira
Aprender um idioma é algo muito importante, hoje e sempre. Assim ter a língua nacional, falada e escrita, constitui um traço essencial na formação da nacionalidade. A professora Sandra Sgarbi consegue o “milagre” de ensinar a falar em inglês para alguns jovens envolvidos no projeto Trilha Jovem. Em apenas e tão somente 20 dias, esses jovens estão conversando em inglês, coisa antes impossível.
Claro que tudo isso deve ser creditado à competência da referida professora e também ao seu método inovador de ensino. Sempre aprendemos um idioma, primeiro falando para só depois utilizarmos a forma escrita, aperfeiçoando na gramática e finalmente o refinamento na literatura. Inverter essa ordem de coisa, é absolutamente impossível.

Agora para que a gente possa pensar, no Trilha Jovem, adolescentes estão sendo formados para serem agentes da área de turismo, setor esse que, expandindo-se na cidade e fora dela, é um grande gerador de novos empregos. Para que isso possa ser efetivado, esses jovens estão todos matriculados e freqüentando escolas públicas na cidade, ao mesmo tempo em que recebem, diariamente, toda uma formação altamente especializada para esse disputado mercado de trabalho. Nessa área é absolutamente fundamental aprender inglês, não tanto na teoria, muito mais na prática, na conversação, na leitura, no escrever nesse idioma.
Isso é que pode ser denominado de educação eficiente, pois que o aluno realmente aprende, como esse aprendizado é útil para a sua vida pessoal e para a sociedade, como um todo. Assim formado ele tem a inserção na sociedade sem depender do favor, do privilégio, do poder público. Aí sim estamos caminhando para a construção de um Brasil melhor para todos.

Essa forma de agir, com sólidas bases teóricas, mas essencialmente prática é que vai ser necessária para todo o nosso sistema educacional. Portanto esse projeto Trilha Jovem serve, e muito bem, de modelo para uma educação necessária porque altamente eficiente, no sentido de inserir as pessoas na sociedade, transformando-as em cidadãos essenciais, aumentando a auto estima de todos. Isso é mesmo trabalhar seriamente para verdadeiramente revolucionar a sociedade atual, que se transforma muito mais pelo conhecimento do que de qualquer outra forma. A transformação no passado era pelas armas, hoje pela educação.
(*) José Afonso de Oliveira é sociólogo, professor universitário em Foz do Iguaçu e colaborador do MEGAFONE. Críticas, sugestões, dúvidas ou mais informações podem ser endereçadas ao e-mail pessoal do autor: afonsofoz@terra.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.
Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.
A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade da expansão nacional do Projeto.
Hoje o Projeto está implantado em 10 destinos turísticos de 10 Estados Brasileiros, incluindo: Sâo Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Foz do Iguaçu. Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Natal e São Luiz.
Instituto Marca Brasil assume a gestão do Trilha Jovem 8 de fevereiro de 2010

Notícia do Jornal Feira Hoje, de Feira de Santana (Ba), em 5/02/2010, informa que o Instituto Marca Brasil, a partir de uma parceria estratégica com o Instituto de Hospitalidade (IH), assume a coordenação nacional do Projeto Trilha Jovem.
“O objetivo da parceria é a união dos acervos técnicos e das competências de cada uma das entidades, com ações voltadas para colaborar com uma sociedade mais dinâmica e pró-ativa no Brasil, apoiando projetos que tem como objeto a geração de renda, qualificação profissional e desenvolvimento de comunidades do País por meio do turismo de qualidade que promove a sustentabilidade”, informa o Jornal.
Em relação ao Trilha Jovem, o Jornal acrescenta que o projeto “foi considerado referência mundial pela International Youth Fundation, pelo BID-FUMIN (Fundo Multilateral de Investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento), e classificado pelo “Programa Voluntários” da Organização das Nações Unidas entre as 50 melhores práticas brasileiras de desenvolvimento, pela sua comprovada convergência com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.”
O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.
Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.
A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade da expansão nacional do Projeto.
Hoje o Projeto está implantado em 10 destinos turísticos de 10 Estados Brasileiros, incluindo: Sâo Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Foz do Iguaçu. Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Natal e São Luiz.
Sobre o Trilha Jovem – para uma publicação futura 26 de dezembro de 2009
A entrevista a seguir foi concedida, por escrito, pela Germinal Consultoria, à Tacilla Siqueira, consultora do IH, que buscava coletar informações para uma publicação que acabou sendo chamada de "Sentimentos Trilheiros". Segundo a capa do livro, publicado pelo Instituto de Hospitalidade, em 2009, ele conta “a história do Projeto Trilha Jovem – Turismo e Inclusão Social pelo olhar dos seus principais atores”.
A Germinal é um dos principais autores do Projeto Trilha Jovem. Mantém documentos que provam essa afirmação. Porém, a Germinal não sentiu que seu olhar e sua voz tenham sido devidamente considerados na publicação. Por isso, publicamos, na íntegra, a entrevista que foi muito pouco considerada pela autora do livro.
Conte um pouco da sua história de parceria com o projeto. (De quem foi o convite. Qual a solicitação inicial. O que motivou o IH a fazer o convite).
A primeira versão do Projeto Trilha Jovem derivou de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria (consultor – José Antonio Küller) para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.
O convite para o desenvolvimento do trabalho partiu de Rafael Sanches Neto, com quem José Antonio Küller já tinha trabalhado no SENAC/RJ. No SENAC do Rio de Janeiro, José Antonio Küller já tinha participado da criação de um programa destinado à educação básica para o trabalho: o Portal do Futuro. Por sua vez, Portal do Futuro era uma evolução de um programa com o qual Küller tinha trabalhado em São Paulo: o PET (Programa de Educação Para o Trabalho). É importante observar que esses dois programas ainda estão em execução. O PET, desde 1997, já atendeu mais de 100.000 jovens em São Paulo. O Portal do Futuro é ofertado pelo SENAC/Rio desde o ano de 2.000.
Os dois antecessores destinavam-se à população jovem de baixa renda. Os dois objetivavam a preparação básica para o trabalho no setor de comércio e serviços. Em Salvador, no IH, a idéia era realizar um programa similar, porém voltado especificamente para o Setor de Turismo.
O IH, com o apoio do SEBRAE e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), havia concluído a elaboração de um conjunto de cerca de 50 normas ocupacionais, baseadas em competências, dentro de um Projeto de Certificação para o Setor de Turismo. A idéia inicial envolvia aproveitar essas normas ocupacionais no desenvolvimento do programa, o Portal da Hospitalidade, nome pensado originalmente.
A proposta curricular desenvolvida pela Germinal (Ver Anexos) partia da identificação das competências comuns a todas as ocupações abrangidas pelas normas do Programa de Certificação. As competências que se repetiam na maioria das ocupações foram a base para a definição do currículo.
A partir dessas competências, a Germinal desenhou um currículo totalmente baseado em competências. As competências mais complexas constituem as unidades curriculares (as “disciplinas” do currículo). As competências secundárias ou elementos de competências foram transformadas nos objetivos das unidades curriculares.
Projetos articulavam os três eixos (clusters) curriculares destinados ao desenvolvimento das três competências fundamentais, que seriam desenvolvidas pelo Projeto: Promover a excelência em serviços; Exercer a cidadania no trabalho; Construir um plano de vida e trabalho.
Implementado, a partir de 2004, inicialmente em Salvador, o PTRS, como o programa veio a ser chamado, sofreu um conjunto de alterações. Algumas foram influenciadas pelo primeiro financiador do Programa (Internacional Youth Fundation – Entra 21), que privilegiava ações na área de informática. Houve, assim, uma ênfase no desenvolvimento de competências relacionadas como uso da tecnologia da informação no turismo. Outras foram derivadas de supostas necessidades do mercado de trabalho local. Outras surgiram das dificuldades de trabalhar com uma perspectiva educacional tão distinta da convencional.
Em 2006, com o apoio adicional do BID e do Ministério do Turismo o Programa começou a ganhar uma dimensão nacional.
A Germinal novamente participou deste processo. Prestou consultoria ao IH no sentido de aproximar o currículo do Projeto (tal como foi implementado) de sua formulação original. O currículo atual é uma mescla da versão original do Projeto e do formato de suas primeiras implementações. Assim, para comparar, na versão atual são mantidos praticamente inalterados os eixos curriculares, as competências fundamentais e os projetos articuladores da versão original. Hoje, por exemplo, as macro-competências desenvolvidas especialmente pelos projetos que articulam os eixos curriculares são: Promover a excelência em serviços, Promover o desenvolvimento sustentável do turismo e Construir um plano de vida e carreira.
Além da consultoria no desenho do currículo, a Germinal criou as Referências para a Ação Docente para todas as unidades curriculares do Projeto. Esse trabalho foi realizado a partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações.
As referências são sugestões de desenvolvimento das atividades didáticas do Programa, passo a passo, aula a aula. O trabalho de consultoria resultou na redação de 26 diferentes manuais para os docentes e um volume de mais de 800 páginas de orientação didática.
Qual foi a inspiração que levou ao desenho do projeto?
Os programas já citados: PET e Portal do Futuro e as Orientações de Aprendizagem do Programa de Certificação, que transformam as competências das normas em currículos de programas de qualificação profissional.
A metodologia foi proposta por você? O que levou a propor essa metodologia especificamente?
Os fundamentos metodológicos foram propostos por José Antonio Küller, já na versão inicial do projeto. Essa metodologia já vinha em processo de desenvolvimento nos programas anteriores (Portal e PET). Refletiu também um período intensa reflexão e fértil desenvolvimento metodológico que ocorreu no Regional do SENAC do Rio de Janeiro, entre 2000 e 2003. Por fim, a metodologia incorporou uma série de técnicas didáticas que foram experimentadas nas primeiras implementações do projeto (2004), ainda com o nome de PTRS (Programa Turismo e Responsabilidade Social).
Como você descreveria a metodologia do Trilha Jovem? Quais os seus diferenciais?
O diferencial do Trilha Jovem vai além da metodologia. A questão pode ser respondida por um texto de José Antonio Küller, inserido na proposta que originou a expansão nacional do Projeto (ver Anexo):
“O PTRS (hoje Trilha Jovem) é um projeto especificamente destinado a jovens oriundos de famílias de baixa renda. É concebido como uma ponte entre complexas capacidades vitais desenvolvidas para a sobrevivência em ambientes afetados pela pobreza e as competências requeridas pela moderna organização do trabalho.
Vai além da educação profissional específica, porque esta não seria suficiente para dar respostas ao conjunto de necessidades de sua clientela e do desenvolvimento turístico sustentado. Pressupõe que a transição necessária e as exigências atuais da sociedade e das organizações requerem um cidadão atuante e pessoa autônoma em relação à escolha de seus caminhos e gestão de sua própria existência.
Disso decorre a necessidade de desenvolver competências para elaborar e perseguir um projeto de vida pessoal e profissional, competências para a aprendizagem e o trabalho independentes, competências para a participação efetiva em projetos coletivos e competências para o empreendedorismo.
A vertente diretamente profissionalizante do projeto está centrada no desenvolvimento de competências básicas para o trabalho no setor de turismo. Elas foram selecionadas a partir da identificação das competências comumente requeridas por todas as ocupações do setor de turismo. A base para sua identificação foi os perfis profissionais de 52 ocupações do setor de turismo, nacionalmente validados e incluídos nas Normas para Ocupações e Competências do Sistema Nacional de Certificação da Qualidade Profissional do Setor de Turismo.
O foco em competências básicas para o trabalho no setor de turismo diferencia o PTRS de outras iniciativas de educação profissional e de projetos alternativos que têm sido propostos na área. O foco nas competências básicas permite uma linha de fuga da formação profissional típica, centrada na formação para o exercício de uma ocupação. Amplia os horizontes da capacitação. Prepara os jovens para uma ampla gama de possibilidades de inserção, sem restringi-los, de imediato, a uma formação técnica específica.
Além de seu foco, é distintiva a proposta metodológica do PTRS. A proposta metodológica decorre de sua concepção educativa e do fato de centrar-se a educação profissional na constituição de competências. O conhecimento efetivo que se transforma em competência, sempre resulta do engajamento do educando em uma ação concreta, especialmente as que são criativas e transformadoras. Aprende-se de forma significativa através do engajamento em processos de mudança. Aprende-se, de fato, formulando, executando e avaliando projetos de ação criativa e transformadora.
O problema, o desafio e o projeto são assim fundamentais no desenvolvimento de competências e componentes essenciais da metodologia do PTRS.
A adoção dessa perspectiva metodológica e a intenção de focá-la no desenvolvimento sustentado do turismo mais que supera o distanciamento entre teoria e prática, comum nos demais projetos educativos. Coloca todos os educandos como agentes da construção do conhecimento sobre turismo e agentes efetivos de desenvolvimento integrado e sustentado. Coloca-os, já no processo de aprendizagem, em um estilo de ação que é desejado em seu desempenho profissional futuro.
Se a transformação da realidade é a essência metodológica do projeto, a educação profissional não pode ser concebida como um processo de adaptação de pessoas às organizações, à tecnologia e aos modos de fazer que hoje estão postos. É necessário que ela esteja inserida no movimento de mudança social e organizacional, dele participe e nele influa. O PTRS foi concebido como uma iniciativa educacional inserida e atuante no movimento social dos destinos turísticos em direção ao desenvolvimento
sustentado.
Da mesma forma, o projeto pretende inserir-se no movimento de mudança organizacional do setor. O processo de capacitação empresarial previsto pelo PRODETUR – NE II está baseado em uma perspectiva estratégica de mudança organizacional em cinco estágios: Fortalecimento do Associativismo Empresarial, Melhoria da Qualidade Profissional, Excelência em Serviços, Estruturação como Organização de Aprendizagem, Ampliação da Responsabilidade Social das Organizações. Nessa perspectiva, os movimentos de mudança social e organizacional são complementares. O PTRS pretende ser atuante nos dois movimentos.”
Em relação à metodologia: a versão original previa (ver anexo):
O projeto como estratégica metodológica
Todo o programa de constituição de competências no Portal de Hospitalidade está organizado em torno do desenvolvimento de projetos. Todos os conhecimentos, habilidades e atitudes necessários serão desenvolvidos a partir da necessidade, do problema, do desafio, contextualizados numa proposta de ação real e concreta na forma de um projeto individual ou coletivo.
Assim, o exercício das competências será possível através da atividade autônoma, individual e grupal, em situação real, na área de Hospitalidade, Turismo ou Entretenimento. O enfrentamento das dificuldades, das adversidades, dos conflitos, das necessidades de replanejamento ou reavaliação da situação e de criação de novas estratégias e soluções específicas, enfim de todo o imprevisto da vida real, será uma vivência possível e necessária ao participante para o desenvolvimento das habilidades de participar, raciocinar na situação problema, discernir, tomar iniciativa, ser flexível.
Os resultados almejados pelo Portal referem-se à formação do caráter da pessoa, do futuro profissional e do cidadão, no sentido de que o aluno egresso participe socialmente com maiores chances de melhorar sua qualidade de vida, de sua família, de sua comunidade, e de contribuir para o desenvolvimento de sua região e de seu país. A estratégia metodológica de desenvolvimento de projetos é mais do que compatível e adequada a essa perspectiva educacional; ela contribui para a efetividade de resultados permitindo ao aluno uma experiência assistida de participação na transformação de sua realidade.
A importância dessa estratégia metodológica nos programas dos Portais, para a consecução de seus objetivos educacionais, não está apenas no alcance dos resultados do próprio projeto relacionados ao problema, desafio ou situação a partir da qual foi desenvolvido, mas, sobretudo, no próprio sentido que o projeto impregna à ação, despertando motivação e envolvimento num trabalho concreto e proporcionando, efetivamente, a experiência de realização, individual ou grupal, provavelmente inédita à maioria dos participantes. Este potencial metodológico da realização de projetos deverá ser, particularmente, explorado em todos os Clusters (no projeto atual, o cluster é denominado de eixo).
O projeto proporciona, ainda, a mobilização das experiências e conhecimentos individuais na resolução de problemas, valendo-se do acervo cultural presente no grupo e possibilitando ao participante a experiência de influir, de contribuir, de colaborar, de construir em conjunto, enfim de fazer parte. E esse sentimento de fazer parte é um elemento fundamental para o sucesso de qualquer um dos projetos propostos pois os resultados devem ser avaliados não apenas, como já dito, pela realização concreta do empreendimento, mas principalmente pelo significado da experiência em termos de aprendizagem individual dos responsáveis por essa realização. Em resumo, o nível de envolvimento de cada um dos participantes é requisito para o sucesso do projeto.
Do ponto de vista da aquisição de competências, o projeto permite, juntamente com as oficinas que lhe dão suporte, o próprio exercício da competência como forma de constituí-la, ou seja a busca, mobilização e aplicação de conhecimentos, habilidades e atitudes na solução de problemas reais que surgem na realização do trabalho.
O projeto dá início ao processo de desenvolvimento do Cluster
O processo de desenvolvimento de cada um dos Clusters terá início com a tomada de um conjunto de decisões, orientada pelo coordenador, a respeito do projeto a ser realizado sob a responsabilidade de todos os presentes, e em torno do qual serão desenvolvidas as oficinas.
Esta é uma etapa especialmente importante e deve ser muito bem cuidada porque é o momento em que os participantes firmam um compromisso com o coordenador de levar o projeto à sua conclusão. É também quando manifestam suas escolhas, suas dúvidas e discordâncias a respeito do que está sendo proposto. O coordenador deverá esclarecer, orientar, promover o consenso e mostrar-se aberto para fazer as modificações consideradas pertinentes.
Espera-se, então, a participação individual efetiva de todos os presentes até o grupo como um todo efetivamente assumir o empreendimento. Espera-se que o grupo assuma o compromisso porque cada um está de alguma forma afetivamente identificado com o projeto. O grau de envolvimento afetivo obtido nesse primeiro momento fará diferença no transcorrer de todo o percurso que está por vir.
A sessão de definição do projeto (ou sessões) será a primeira mostra do tratamento metodológico dado ao desenvolvimento do Portal. Será um exemplo do papel do participante enquanto agente da sua própria aprendizagem. Ela terá o formato de uma reunião deliberativa e não poderá ter tempo rigidamente estipulado porque os grupos reagem de maneira e em ritmo diferentes. Este primeiro trabalho conjunto deve constituir-se em um momento estimulante, de envolvimento pessoal daqueles que estão empreendendo, definindo, decidindo e assumindo uma responsabilidade coletiva.
O desenvolvimento do projeto
O processo de desenvolvimento do projeto deverá incluir reuniões do grupo para consolidar planos de ação, construir instrumentos, fazer a definição de papéis, avaliar ações realizadas, considerar novas necessidades ou problemas e também, naturalmente, a realização concreta das ações previstas que poderão envolver levantamentos de dados, diagnósticos, reuniões com grupos de trabalho ou comunidade, implementação de mudanças.
Uma vez deflagrado, o projeto deverá ser concluído com sucesso. Do ponto de vista educacional, é importante que a experiência seja positiva e coroada de êxito porque, entre outras coisas, ela será uma mostra ao próprio participante de seu poder de realização.
Cabe, portanto, ao coordenador, orientar as definições de desenvolvimento do projeto sempre em direção do possível e do factível, mas sem eliminar o desafio ou transformá-lo em exercício burocrático. O projeto deverá ter, sempre, boas chances de sucesso na obtenção de resultados relevantes e, se possível, surpreendentes.
O desenvolvimento das oficinas
Serão desenvolvidas por instrutores especialistas e acompanhadas pelo coordenador do projeto e do Portal. Como não têm uma seqüência obrigatória, as oficinas poderão ser realizadas da forma que melhor sirva ao processo de desenvolvimento do projeto. A coordenação do Portal poderá decidir sobre a oportunidade e conveniência de cada uma delas.
Toda a vivência de aprendizagem desenvolvida nas oficinas deverá apresentar as seguintes características:
· estratégias vivenciais, reproduzindo, através da simulação e do jogo, as situações reais com as quais o Portal se propõe a trabalhar;
· sessões organizadas a partir da ação dos participantes, reflexão crítica sobre ela e revisão referenciada em fundamentos também obtidos por eles através de iniciativas estimuladas e orientadas pelo instrutor;
· utilização da realidade externa como ambientes de aprendizagem;
· atenção e trabalho contínuo das atitudes, qualidades pessoais e habilidades como, por exemplo, organização pessoal e do ambiente, comunicação oral e escrita, leitura e interpretação de textos, operação de cálculos básicos, respeito mútuo e aos direitos humanos, integridade, compromisso, iniciativa na busca da qualidade, como componentes curriculares permanentes;
· utilização de ambiente e recursos instrumentais compatíveis com as exigências e padrões atuais de qualidade.
A vivência
A vivência complementa a estratégia metodológica do Portal de confrontar, continuamente, o participante com sua própria realidade e com a realidade de trabalho das áreas de Turismo, Hospitalidade e Entretenimento e deverá permitir a experiência da sua inserção, como trabalhador, no ambiente real de trabalho.
O sentido da vivência difere do imprimido às oficinas e ao projeto, onde existem objetivos específicos de aprendizagem definidos em cada situação. Na vivência, o objetivo é, simplesmente, colocar o aluno em contato direto com o dia-a-dia de trabalho, fazendo parte dele.
As aprendizagens são múltiplas, inclusive de descoberta das próprias necessidades de desenvolvimento, fato que poderá ser aproveitado para a construção do plano de desenvolvimento pessoal, por exemplo. O acompanhamento feito pelo coordenador deverá ajudá-lo a sistematizar sua aprendizagem e descobertas a partir da vivência.
No projeto atual, a redação do item metodologia também foi de José Antonio Küller.
Como se deu a criação/construção dos planos de aula? Descreva o processo e fale um pouco das principais inspirações que levaram ao seu desenvolvimento.
É preciso distinguir dois instrumentos: os Planos de Aula e as Referências para a Ação Docente.
Como informação histórica, que pode ser comprovada no projeto original (anexo/ texto de 2001), o Portal, depois PTRS, depois Trilha Jovem sempre foi pensado como um projeto para ser implementado em todo território nacional. Compunha a idéia original do projeto, a elaboração de manuais para os docentes que dessem uma referência mínima para o desenvolvimento do projeto (por isso, Referências para a Ação Docente) e assegurassem, na expansão nacional, a identidade da proposta.
No início, faltaram recursos para implementar a idéia. O que se conseguiu, isso já em 2003/2004 foram recursos para implementar as primeiras turmas em Salvador. Esses recursos não eram suficientes para a elaboração das ditas Referências. O PTRS foi implementado sem elas.
O projeto original já tinha sofrido mudanças em seu currículo, para adaptação às exigências do financiador. A falta das referências fez que, na operacionalização, fossem feitas outras alterações. O projeto, na prática, mudou muito, a ponto de não se reconhecer sua proposta original, mesmo no que tange à sua metodologia. Um exemplo: na operacionalização de 2004, os projetos não eram executados. Eles eram apenas teoricamente elaborados. Lendo a proposta metodológica original, você poderá constatar a perda.
Por isso, quando a expansão nacional começou a ser pensada e os recursos começaram a aparecer, fiz uma proposta à Rafael Sanches, que os docentes das turmas de 1985, elaborassem e arquivassem os Planos de Aula, como uma matéria prima para a elaboração das futuras Referências. O Plano de Aula é um esqueleto das Referências, que constituem descrições mais completas e detalhadas de sugestões para o desenvolvimento do trabalho docente, aula a aula.
Em 2006, a expansão nacional estava viabilizada. Parte dos Planos de Aula foram elaborados em 2005 (cerca de 60% das aulas tinham planos arquivados). Fui convidado para elaborar as Referências para a Ação Docente. Estabeleci uma condição para aceitar. Rever todo o projeto de forma a recuperar o que do projeto original tinha se perdido nas primeiras implementações. Para não desperdiçar todo o esforça, me comprometia a manter tudo o que, nas primeiras experimentações, tinha boa qualidade, mantinha a perspectiva pedagógica original e tivesse apresentado bons resultados.
Para as primeiras turmas da expansão nacional, em 2006, era impossível, por tempo escasso, elaborar as Referências para a Ação Docente. Por isso dividimos o trabalho em duas etapas. A primeira foi a revisão do currículo, a revisão dos Planos de Aula existentes e elaboração dos planos de aula faltantes (por não elaboração ou por mudança curricular). Cerca de 30% dos planos de aula de 2006 foi resultado de aproveitamento dos planos de 2005. Cerca de 70% dos planos de 2006 eram novos e não desenvolvidos nas implementações anteriores.
Os planos novos tiveram uma origem diversificada. Parte deles aproveitou um material que eu já tinha desenvolvido para ser uma versão alternativa do PET (Programa de Educação para o Trabalho – SENAC/SP) que acabou não sendo implementada. Parte aproveita a experiência de um Programa de Aprendizagem Rural que desenvolvi para o SENAR de São Paulo. Parte, cerca de 40% do material, é inédito e resultado de criação de Natalia F. Rodrigo, José Antonio Küller e Edna Küller, trabalhando para a Germinal Consultoria, contratada para o desenvolvimento das Referências
Observação: É interessante comparar o currículo de 2005 e com o de 2006.
Os Panos de Aula implementados nas primeiras turmas da expansão nacional, em 2006, deram origem, no mesmo ano, às Referências para a Ação Docente, que hoje são utilizadas.
Como você percebe o processo de expansão nacional (atuação em escala)?
Só temos acompanhado a expansão nacional pela internet. Não temos como opinar sobre ela.
Quais as dificuldades e facilidades de replicar o projeto em diferentes contextos?
Não temos como responder a essa pergunta.
Em que medida a o detalhamento do projeto em planos de aula facilita ou “engessa” a aplicação em outros contextos?]
As competências que deram origem ao projeto derivam de normas ocupacionais que tem validade nacional. Portanto, espera-se que o currículo tenha validade nacional.
As referências para a ação docente devem ser encaradas como tais. Ou seja, é uma sugestão de atividades que indicam uma escolha metodológica. Não tendo nada melhor a propor, o docente deve seguí-las. Tendo uma alternativa melhor, ele deve usá-la. O melhor, no entanto, está condicionado às competências a desenvolver e à opção metodológica do Projeto. Um professor que, por exemplo, valoriza a aula expositiva não deve ser contratado para o projeto.
Seria interessante uma revisão periódica das Referências de forma a incorporar as inovações que serão introduzidas pelos docentes durante as sucessivas replicações do Projeto.
Quais os impactos de um projeto que trabalha com essa metodologia, no setor turístico?
Os impactos desejados estão previstos no projeto que ajudamos a escrever (ver anexo).
Quais os principais indicadores de sucesso (ou não) de um projeto como esse?
Resposta idêntica à da questão anterior.
Defina em uma frase o seu sentimento em relação ao Trilha Jovem.
Gosto do Projeto. Torçemos pelo seu sucesso e pela manutenção de seus princípios pedagógicos.
Observação final: Os anexos citados no texto estão à disposição dos interessados na Germinal Consultoria.
Trilha Jovem em vídeos 17 de agosto de 2009
Mais vídeos sobre o Projeto Trilha Jovem foram postados na Internet. Deles, selecionamos três para dar continuidade à nossa série Vídeos sobre Projetos, que dá acesso a vídeos relacionados aos projetos que a Germinal Consultoria criou ou ajudou a desenvolver.
Trilha Jovem 2009 – Evento Teatro
Leonardo Araujo fala sobre o Programa Trilha Jovem
Trilha Jovem no Destaque

O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para oInstituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.
Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.
A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade da expansão nacional do Projeto.
Plano de Vida e Carreira (excerto de outra alternativa) 19 de março de 2009
Esta é uma amostra do trabalho desenvolvido para o Trilha Jovem. A primeira versão do Projeto Trilha Jovem derivou de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia. Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações. Depois, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual. A Germinal também contribuiu nesse trabalho.
Por fim, a partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou as Referências para a Ação Docente, que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. Para mais informações sobre o Trilha Jovem, clique aqui.
O texto a seguir é a referência para a ação docente no desenvolvimento de uma das Sessões de Aprendizagem do Plano de Vida e Carreira, projeto articulador do Eixo III – Construir um Plano de Vida e Careira - do Projeto Trilha Jovem. O excerto foi retirado das Referências para a Ação Docente, desenvolvidas pela Germinal e publicadas pelo Instituto de Hospitalidade. O texto não foi originalmente editado da forma como é apresentado aqui. Ele constitui apenas uma amostra do trabalho da Germinal na formatação de programas de educação básica para o trabalho.
Dois textos já publicados aqui no blog fundamentam a escolha do conteúdo e e a opção metodológica utilizada na aula apresentada e na unidade didática Projeto de Vida e Carreira. Para acessar o texto Reflexões em torno de uma Oficina de Apresentação Pessoal, clique aqui. Para acesso ao texto Como trabalhar metodologias na educação profissional, clique aqui.
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Plano de Vida e Carreira (pvc) |
Aula 3/7 |
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Competências |
Situações de aprendizagem |
recursos |
tempo |
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Reconhecer os próprios valores e/ou pontos fortes. Traçar objetivos e metas pessoais e profissionais. Construir um Plano de Vida e Carreira (PVC). Promover o cuidado de si mesmo.
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1. Aquecimento – Apresentação individual 8. |
Som e música do jovem. Retroprojetor ou Data-Show. Som. Log Book. |
5’ |
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2. Carpe Diem. |
TV e DVD. |
75’ |
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3. Apresentação individual 9. |
Som e música do jovem. |
5’ |
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INTERVALO |
15’ |
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4. Apresentação individual 10. |
Som e música do jovem. |
5’ |
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5. Regras estéticas para a vida. |
Som, músicas, letras de música e material de colagem, desenho e pintura. Tarjetas. |
100’ |
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6. Atividade com os ovos. |
1 ovo para cada participante. |
30’ |
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7. Apresentação individual 11. |
Som e música do jovem. |
5’ |
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1. Dar continuidade na formulação de uma proposta de construção estética da existência.
2. Orientar a definição dos componentes estratégicos (missão, visão e valores) do Plano de Vida e Carreira.
3. Possibilitar o envolvimento emocional com essas primeiras definições.
4. Propiciar a elaboração e classificação de regras estéticas para a vida, como base para a construção dos planos de vida e carreira.
5. Criar um clima de respeito pela diferença e valorização da diversidade.
6. Mobilizar o grupo para uma reflexão posterior sobre a constituição da família, em especial, sobre os problemas da gravidez não-planejada.
Descrição das situações de aprendizagem
1. Aquecimento – Apresentação individual 8
No início da sessão, a sala está obscurecida. Em contraste com a penumbra, o retroprojetor ilumina o poema “Sonho de Herói”, de Murilo Araújo. Ouve-se um fundo musical suave e que induz à reflexão (O Adagietto da Sinfonia Nº 5 de Mahler, por exemplo. Existem muitas gravações. Pode ser usada a gravação existente em: KARAJAN, H.V. Karajan forever. Hamburgo, Deutsche Grammophon, 2003. CD.)
Observe que foi sugerida uma repetição de parte do cenário. Recomenda-se a mesma sala obscurecida. O obscurecimento da sala é acessório. Nesse início, o importante são os poemas, que introduzem, de forma simbólica, o tema do dia. Obscurecer a sala é um recurso para destacar o poema. Se não for possível o obscurecimento da sala ou se você quiser variar o recurso, outras possibilidades de destaque do poema podem ser usadas.
Como sempre, receba os jovens na porta do ambiente de aprendizagem (Assim você pode dar um exemplo de pontualidade, atitude fundamental no sucesso profissional dos jovens na área de turismo). Solicite que entrem e permaneçam em silêncio para um momento de reflexão e recapitulação do dia anterior. Retorne à iluminação normal. Proceda ao sorteio do relator e solicite a leitura do Log Book.
Abra espaço para a oitava apresentação individual de qualidade, acontecimento e música feita por um dos jovens. A partir desta aula, as apresentações podem ser estimuladas a partir da seguinte provocação: alguém tem uma música que pode ser apropriada para este momento? Continue a construção do Mural das Qualidades Humanas.
Em painel, anuncie a exibição da seqüência inicial do filme “Sociedade dos Poetas Mortos (”SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS. Dirigido por Peter Weir. EUA, Buena Vista, 1989. 1 DVD. A primeira seqüência termina no fim da cena que acontece fora da sala de aula, no corredor da escola, onde o professor mostra as fotografias dos ex-alunos e exorta: “Carpe Diem!”).
Após a exibição, sem comentários, projete novamente o poema, agora com as luzes acessas. Peça que um voluntário leia o poema para a classe, em voz alta.
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SONHO DE HERÓI |
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Com um galho de bambu verde |
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e dois ramos de palmeira |
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eu hei de fazer um dia o meu cavalo – com asas! |
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Subirei nele, com vento, lá bem alto, |
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de carreira, |
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por sobre o arvoredo e as casas.
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Voarei, roçando o mato, |
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as copas em flor das árvores, |
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como se cruzasse o mar… |
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e até sobre o mar de fato |
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passarei nas nuvens pálidas |
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muito acima das montanhas, das cidades, das cachoeiras, |
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mais alto que a chuva, no ar!
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E irei às estrelas, |
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ilhas dos rios de além, |
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ilhas de pedras divinas, |
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de ribeiras diamantinas |
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com palmas, conchas, coquinhos nas suas praias também… |
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praias de pérola e de ouro |
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onde nunca foi ninguém…
ARAÚJO, M. Poemas completos de Murilo Araújo. Rio de Janeiro: Pongetti. 1960, pág. 84.
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Promova, a seguir, um breve debate sobre o filme, seguido da comparação entre filme, poema e atividades das sessões anteriores.
Missão
Em momento apropriado, solicite que os jovens, individualmente, definam uma possível missão de vida (o que fará a minha vida extraordinária / o que fará a minha vida bela / qual meu sonho de herói?) e a visão pessoal (que pretendo vir a ser como pessoa nos próximos anos. As definições devem ser curtas e claras e escritas em apenas duas tarjetas de cores diferentes.
Quando os jovens terminarem, em painel, solicite a apresentação, uma a uma, das missões e visões propostas. Promova uma breve discussão das missões e visões apresentadas. Faça indicações de melhoria da redação, se necessário. Possibilite um tempo aos que queiram fazer uma revisão da missão e da visão pessoal.
Antes do intervalo, solicite a nona apresentação individual.
Depois do intervalo, promova a décima apresentação individual.
5. Regras estéticas para a vida
Proponha, inicialmente, a definição de regras estéticas para a vida. Cada jovem deve trabalhar a partir da seguinte questão: que regras de vida eu devo definir para atingir a minha visão e missão e, assim, tornar bela minha existência? As regras devem ser escritas de forma sucinta e clara e transcritas em tarjetas de cor diferente daquelas usadas para a visão e a missão. O conjunto das tarjetas de cada jovem pode inspirar mais uma página do livro “Minha Vida, Minha Carreira”.
Depois do trabalho individual de elaboração das regras, divida os jovens em quatro grupos. Atribua a tarefa aos grupos: criação e preparo de um videoclipe a partir de uma música determinada. Todos os grupos trabalharão sobre o mesmo tema: como fazer a vida bela ou como fazer da vida uma obra de arte.
O videoclipe poderá ter duração superior à da música e deve conter uma rápida verbalização de cada um dos integrantes do grupo. A verbalização deverá incluir a leitura das tarjetas que contenham as regras estéticas da existência (como tornar a vida bela) assumidas por aquele participante. Não se trata de simplesmente ler as tarjetas, mas sim, com esses elementos, embelezar a cena.
As músicas propostas são: Beleza Pura; Sonho Impossível; Tocando em Frente e Redescobrir. Você pode substituir as músicas por outras mais ao gosto da região ou dos jovens desde que, em suas letras, elas façam menção direta ou simbólica ao tema em pauta. Apresentam-se a seguir os vídeos e as letras das músicas sugeridas.
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Grupo A: Beleza Pura |
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Não me amarra dinheiro não |
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mas formosura |
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Dinheiro não |
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a pele escura |
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Dinheiro não |
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a carne dura |
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Dinheiro não |
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Moça preta do Curuzu |
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Beleza pura |
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Federação |
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Beleza pura |
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Boca do Rio |
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Beleza pura |
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Dinheiro não |
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Quando essa preta começa a tratar do cabelo |
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É de se olhar |
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Toda a trama da trança a transa do cabelo |
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Conchas do mar |
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Ela manda buscar pra botar no cabelo |
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Toda minúcia |
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Toda delícia |
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Não me amarra dinheiro não |
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mas elegância |
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Não me amarra dinheiro não |
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mas a cultura |
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Dinheiro não |
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a pele escura |
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Dinheiro não |
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a carne dura |
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Dinheiro |
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não |
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Moço lindo do Badauê |
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Beleza Pura |
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Do Ilê aiyê |
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Beleza Pura |
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Dinheiro Yeah |
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Beleza Pura |
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Dinheiro não |
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Dentro daquele turbante dos filhos de Gandhi |
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É o que há |
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Tudo é chique demais, tudo é muito elegante |
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Manda botar |
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Fina palha da corte e que tudo se trance |
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todos os búzios |
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todos os ócios |
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Não me amarra dinheiro não. |
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Mas os mistérios.
VELOSO, C. Beleza Pura. In: Cinema transcendental: a outra banda da terra. Polygram, 1999, 1 CD. |
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Grupo B: Sonho Impossível |
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Grupo C: Tocando Em Frente |
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Ando devagar Porque já tive pressa Levo esse sorriso Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte Mais feliz quem sabe Só levo a certeza De que muito pouco eu sei Eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs O sabor das massas e das maçãs É preciso amor pra poder pulsar É preciso paz pra poder sorrir É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida Seja simplesmente Compreender a marcha Ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro Levando a boiada Eu vou tocando os dias Pela longa estrada Eu vou Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs O sabor das massas e das maçãs É preciso amor pra poder pulsar É preciso paz pra poder sorrir É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia Todo mundo chora um dia A gente chega E o outro vai embora Cada um de nós Compõe a sua história Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz.
SATER, A., TEIXEIRA, R. Tocando em frente. In: Um Violeiro Toca. Som Livre, 2006, 1 CD. |
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Grupo D: REDESCOBRIR |
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Como se fora brincadeira de roda |
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Memória |
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Jogo do trabalho na dança das mãos |
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Macias |
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O suor dos corpos na canção da vida |
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História |
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O suor da vida no calor de irmãos |
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Magia |
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Como um animal que sabe da floresta |
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Memória |
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Redescobrir o sal que está na própria pele |
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Macia |
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Redescobrir o doce no lamber das línguas |
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Macias |
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Redescobrir o gosto e o sabor da festa |
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Magia |
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Vai o bicho homem fruto da semente |
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Memória |
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Renascer da própria força a própria luz e fé |
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Memória |
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Entender que tudo é nosso, sempre esteve em nós |
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História |
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Somos a semente, ato, mente e voz |
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Magia |
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Não tenha medo meu menino povo |
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Memória |
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Tudo principia na própria pessoa |
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Beleza |
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Vai como a criança que não teme o tempo |
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Mistério |
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Amor se fazer é tão prazer que é como fosse dor |
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Magia
GONZAGA JR, L. Redescobrir. In: Elis: saudades do Brasil, Warner, 2001, CD duplo.
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Apresentação dos grupos
Em painel, coordene a apresentação dos videoclipes. A apresentação de cada videoclipe (incluindo a cena com as tarjetas) deverá ter, no mínimo, a duração da música e, no máximo, cinco (5) minutos.
Após a apresentação, organize a formação de um grande quadro com as regras estéticas para a vida, integrando as tarjetas de todos os jovens. As tarjetas são colocadas no chão e, sem falar ou usar mímica, a classe organiza as tarjetas por tema ou âmbito de aplicação das regras: trabalho, cuidados pessoais, relações familiares etc.
Promova uma discussão aberta sobre a vivência. Depois, oriente a numeração das tarjetas para facilitar recomposições posteriores do quadro. O quadro pode ser individualmente recriado e ser uma outra página do livro “Minha Vida, Minha Carreira”. Outra possibilidade é a recriação do quadro para o evento de inserção profissional previsto para o final do Trilha Jovem.
Faça a distribuição de um ovo por participante. Os jovens devem cuidar dos ovos como se fossem filhos, relatando a experiência no Log Book. Ao cuidar dos “filhos”, os jovens devem obedecer às seguintes regras:
· trazer seus “filhos” para as atividades do Trilha Jovem, todos os dias até a aula 6/7 de PVC;
· quando um “filho” for quebrado, o jovem deverá pagar uma prenda, acordada previamente pelo grupo e o educador;
· quando um jovem deixar de trazer seu “filho” para as atividades do Trilha Jovem, também deverá pagar uma prenda (uma prenda para cada dia de ausência do “filho”).
Oriente um trabalho individual de arte plástica com os ovos. Os ovos devem ganhar uma identidade, permitindo a identificação dos “filhos”. Solicite também que os jovens definam os nomes dos “filhos”. Por fim, defina, junto com os jovens, as prendas a serem pagas.
Em painel, localize um voluntário que tenha a música apropriada para o momento, para fazer a última apresentação individual de qualidade, acontecimento e música, encerrando o dia.
Instrumentos e critérios de avaliação
§ Apresentações individuais de músicas.
§ Discussão a partir do poema e do filme.
§ Definições de missão e visão.
§ Regras estéticas para a vida definidas.
§ Concepção e apresentação dos videoclipes.
§ Painel de regras estéticas para a vida.
§ Reação à proposta da atividade com os ovos.







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