Germinal – Educação e Trabalho

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Trilha Jovem entra na segunda etapa no Distrito Federal 29 29UTC julho 29UTC 2010

 
O site da Câmara Federal, a partir da Fonte: Assessoria de Comunicação e Marketing – Centro de Excelência em Turismo – CET/UnB, publicou, publicou a seguinte notícia sobre o Projeto Trilha Jovem:

 

 

Os participantes do Programa Trilha Jovem, executado no Distrito Federal pelo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB), chegou no Eixo II, cujo objetivo é promover a excelência em serviços. Para isso, os alunos contarão com algumas ferramentas específicas, como visitas técnicas e ações de plano de negócios nas áreas de viagens e turismo, hotelaria e alimentos e bebidas. Nesta fase estarão sendo preparados para a Vivência Profissional Supervisionada. Este momento é a oportunidade dos jovens conhecerem e vivenciarem as empresas e a realidade do mercado de trabalho no setor turístico.

 

O CET/UnB é a entidade executora do projeto no Distrito Federal e conta com a parceria da FACITEC. O Trilha Jovem é uma iniciativa do Instituto de Hospitalidade desenvolvida com o apoio do Ministério do Turismo, Instituto Ibi, Counterpart International, com recursos da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e do programa ENTRA21, uma iniciativa da Fundação Internacional da Juventude (IYF) e do Fumin – Fundo Multilateral de Investimentos, administrado pelo BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. Em Salvador, o programa conta com o patrocínio da Cordai.
 

 

Foto Flickr -cc- por Moises

 

O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.

 

 

Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.

 

A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade  da expansão nacional do Projeto.

 

 

O ENEM e a classificação das escolas públicas 20 20UTC julho 20UTC 2010

 

A imprensa tem divulgado várias relações de melhores escolas de ensino Médio do país, tendo como referência o ENEM de 2009. Uma delas é o ranking das “melhores” escolas públicas do país ou, melhor dizendo, das melhores classificadas no dito exame. A relação a seguir apresenta as 50 escolas públicas melhor classificadas no ENEM:

P EST. CIDADE                                                 INSTITUIÇÃO REDE ENEM
1 MG Viçosa COLÉGIO DE APLICACAO DA UFV – COLUNI Federal 734,66
2 RJ Rio de Janeiro INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO R DA SILVEIRA CAP-UERJ Estadual 722,58
3 PR Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Federal 717,79
4 RJ Rio de Janeiro ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO Federal 715,35
5 SP São Paulo INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO CIÊNCIA E TECNÓLOGIA DE SAO PAULO Federal 707,22
6 PE Recife COLÉGIO DE APLICACAO DO CE DA UFPE Federal 706,34
7 MS Campo Grande COLÉGIO MILITAR DE CAMPO GRANDE Federal 704,30
8 RS Santa Maria COLÉGIO POLITÉCNICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE STA MARIA Federal 697,16
9 MG Barbacena ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO AR Federal 692,24
10 BA Salvador COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR Federal 692,09
11 BA Simões Filho INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO CIENCIA E TECNÓLOGIA DA BAHIA Federal 690,08
12 MG Juiz de Fora COLEGIO TÉCNICO UNIVERSITÁRIO Federal 688,95
 13 RJ Rio de Janeiro COLÉGIO PEDRO II Federal 688,69
14 MG Belo Horizonte CENTRO FEDERAL DE EDUCACÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS – BH Federal 686,84
15 SP São Paulo ESCOLA TÉCNICA DE SÃO PAULO Estadual 686,18
16 MG Juiz de Fora COLÉGIO MILITAR DE JUIZ DE FORA Federal 686,07
17 MG Belo Horizonte COLÉGIO MILITAR DE BELO HORIZONTE Federal 685,92
18 RJ Rio de Janeiro INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO CAMPUS MARACANA Federal 685,67
19 RJ Rio de Janeiro COLÉGIO DE APLICAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Federal 685,53
20 RN Mossoró INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN CAMPUS MOSSORO Federal 684,67
21 SP Cubatão INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SAO PAULO – CAMPUS CUBATAO Federal 683,46
22 BA Salvador INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACÃO CIENCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA Federal 682,55
23 CE Fortaleza CENTRO FEDERAL TECNOLÓGICO DO CEARA CEFET Federal 681,55
24 RJ Rio de Janeiro CEFET CELSO SUCKOW DA FONSECA Federal 680,94
25 CE Juazeiro do Norte CENTRO FEDERAL DE EDUCACÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ Federal 680,79
26 RJ Rio de Janeiro COLÉGIO PEDRO II UNIDADE HUMAITÁ II Federal 680,19
27 SP Guaratinguetá COLÉGIO TÉCNICO E INDUSTRIAL DA UNESP Estadual 679,64
28 SP Mogi das Cruzes ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS Estadual 679,64
29 MA São Luís INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO CIENCIA E TECNOLOGIA DO MARANHAO CAMPUS SAO LUIS-MONTE CASTELO Federal 677,47
30 RJ Rio de Janeiro COLÉGIO MILITAR DO RIO DE JANEIRO Federal 675,72
31 ES Vitória IFES-CAMPUS DE VITÓRIA Federal 675,43
32 RJ Niterói COLÉGIO PEDRO II UNIDADE ESCOLAR DESCENTRALIZADA DE NITEROI Federal 674,83
33 SP Osvaldo Cruz ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL AMIM JUNDI Estadual 674,06
34 DF Brasília COLÉGIO  MILITAR DE BRASILIA Federal 673,73
35 RN Natal INSTUTO FEDERAL DE EDUCACAO CIENCIA E TECNOLOGIA DO RN – CAMPUS NATAL-CENTRAL Federal 672,91
36 MG Belo Horizonte COLTEC-COLÉGIO TÉCNICO DO CENTRO PEDAGÓGICO DA UFMG Federal 672,50
37 SP Lorena COLÉGIO TÉCNICO DE LORENA Estadual 672,39
38 SP Paulínia ESCOLA TÉCNICA DE PAULINIA Municipal 671,18
39 PR Curitiba COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA Federal 668,99
40 RJ Rio de Janeiro COLÉGIO PEDRO II – UNID REALENGO Federal 668,52
41 PR Pato Branco UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANA Federal 667,74
42 BA Barreiras CEFET BA UNED BARREIRAS Federal 667,25
43 MG Divinópolis CEFET-MG-UNED DIVINOPOLIS Federal 667,20
44 RS Porto Alegre COLÉGIO MILITAR DE PORTO ALEGRE Federal 667,06
45 SP Bauru COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL PROF ISAAC PORTAL ROLDAN UNESP Estadual 665,67
46 SP Campinas COLÉGIO TÉCNICO DA UNICAMP Estadual 665,55
47 SP Rio Claro ESCOLA TÈCNICA ESTADUAL ARMANDO BAYEUX DA SILVA Estadual 665,51
48 RJ Nova Iguaçu CEFET – RJ UNED – NOVA IGUACU Federal 664,38
49 SP São Paulo ESCOLA TÈCNICA ESTADUAL PROFESSOR BASILIDES DE GODOY Estadual 664,11
50 RJ Rio de Janeiro COLEGIO PEDRO II-UNIDADE ESCOLAR SAO CRISTOVAO III Federal 663,99

A esmagadora maioria das escolas da relação é técnica. O Colégio Pedro II, tradicional escola secundária do Rio de Janeiro, e os colégios de aplicação vinculados a universidades públicas são as exceções.

Em outro texto já discutimos os motivos para a boa classificação das escolas no ENEM. Consideramos que o fator fundamental para o sucesso são os alunos que essas escolas abrigam e não necessariamente as suas propostas pedagógicas ou a qualidade de ensino que proporcionam.

As escolas são melhor classificadas no Enem porque são freqüentadas pelos alunos com melhor formação inicial. As escolas particulares selecionam os melhores alunos especialmente através de critérios sócioeconômicos. Os alunos que conseguem pagar o valor de suas mensalidades são aqueles que também têm mais acesso aos bens socioculturais e uma formação  de base que facilita percorrer os áridos caminhos de aprendizagem do ensino médio. Os alunos das escolas públicas melhor classificadas passam por uma seleção concorrida (vestibulinho) antes do início do ensino médio. Isso é especialmente verdadeiro para as escolas técnicas federais.

Mas a relação anterior inclui escolas cuja classificação não é necessariamente explicada pela seleção prévia de seus alunos. Não temos informações sobre a concorrência inicial para ingresso nos colégios militares e nas escolas técnicas estaduais situadas em cidades médias, especialmente as do Estado de São Paulo. Mas imaginamos que ela não é tão grande a ponto de explicar a classificação dessas escolas entre as “50 mais”.

A partir desses casos, é interessante propor e pesquisar outra variável explicativa: essas escolas são bem classificadas porque são técnicas. Ou seja, o conteúdo do ensino médio, que é comumente alheio ao cotidiano dos jovens, passa a fazer sentido na medida em que, nessas escolas, se associa a um saber prático e a um fazer correspondente. O interesse despertado por esse fazer se amplia de forma abranger os conteúdos disciplinares de educação geral, que, de outra forma, são abstratos e sem interesse porque apartados das questões concretas da vida, do trabalho e do exercício da cidadania.

 

Aprendendo Inglês 17 17UTC julho 17UTC 2010

O site Megafone, divulgou a seguinte matéria sobre o Trilha Jovem:

Em apenas e tão somente 20 dias, esses jovens estão conversando em inglês, coisa antes impossível.

Prof. José Afonso de Oliveira

Aprender um idioma é algo muito importante, hoje e sempre. Assim ter a língua nacional, falada e escrita, constitui um traço essencial na formação da nacionalidade. A professora Sandra Sgarbi consegue o “milagre” de ensinar a falar em inglês para alguns jovens envolvidos no projeto Trilha Jovem. Em apenas e tão somente 20 dias, esses jovens estão conversando em inglês, coisa antes impossível. 

Claro que tudo isso deve ser creditado à competência da referida professora e também ao seu método inovador de ensino. Sempre aprendemos um idioma, primeiro falando para só depois utilizarmos a forma escrita, aperfeiçoando na gramática e finalmente o refinamento na literatura. Inverter essa ordem de coisa, é absolutamente impossível. 

Agora para que a gente possa pensar, no Trilha Jovem, adolescentes estão sendo formados para serem agentes da área de turismo, setor esse que, expandindo-se na cidade e fora dela, é um grande gerador de novos empregos. Para que isso possa ser efetivado, esses jovens estão todos matriculados e freqüentando escolas públicas na cidade, ao mesmo tempo em que recebem, diariamente, toda uma formação altamente especializada para esse disputado mercado de trabalho. Nessa área é absolutamente fundamental aprender inglês, não tanto na teoria, muito mais na prática, na conversação, na leitura, no escrever nesse idioma. 

Isso é que pode ser denominado de educação eficiente, pois que o aluno realmente aprende, como esse aprendizado é útil para a sua vida pessoal e para a sociedade, como um todo. Assim formado ele tem a inserção na sociedade sem depender do favor, do privilégio, do poder público. Aí sim estamos caminhando para a construção de um Brasil melhor para todos. 

Essa forma de agir, com sólidas bases teóricas, mas essencialmente prática é que vai ser necessária para todo o nosso sistema educacional. Portanto esse projeto Trilha Jovem serve, e muito bem, de modelo para uma educação necessária porque altamente eficiente, no sentido de inserir as pessoas na sociedade, transformando-as em cidadãos essenciais, aumentando a auto estima de todos. Isso é mesmo trabalhar seriamente para verdadeiramente revolucionar a sociedade atual, que se transforma muito mais pelo conhecimento do que de qualquer outra forma. A transformação no passado era pelas armas, hoje pela educação. 

 

(*) José Afonso de Oliveira é sociólogo, professor universitário em Foz do Iguaçu e colaborador do MEGAFONE. Críticas, sugestões, dúvidas ou mais informações podem ser endereçadas ao e-mail pessoal do autor: afonsofoz@terra.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.

 Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.

 A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade  da expansão nacional do Projeto.

Hoje o Projeto está implantado em 10 destinos turísticos de 10 Estados Brasileiros, incluindo: Sâo Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife,  Foz do Iguaçu. Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Natal e São Luiz.

 

Ainda sobre o canteiro de flores 13 13UTC julho 13UTC 2010

A foto publicada a seguir é do canteiro de flores da turma do Programa Aprendiz Rural de Nuporanga (SP).

No Programa Jovem Aprendiz Rural, o Canteiro de Flores é a primeira e pode ser a mais significativa atividade do Projeto Articulador: Tornar uma Área Produtiva de Forma Sustentável.

O canteiro de flores é um micro-cosmo, que, se ampliado, será o terreno experimental onde o projeto é desenvolvido, que, no futuro, resultará em unidades rurais sustentáveis, que, ampliadas, ajudarão na construção de uma agricultura sustentável.

 O canteiro de flores é um símbolo e, ao mesmo tempo, a síntese de uma concepção e prática pedagógicas.

 

Resultado do ensino médio no Ideb é preocupante, diz especialista 13 13UTC julho 13UTC 2010

Avaliação é do presidente executivo da ONG Todos pela Educação.

Melhorias virão com valorização de professores e reforma curricular.

Fernanda Nogueira Do G1, em São Paulo

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O avanço de apenas 0,1 ponto no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) registrado pelo ensino médio, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Educação (MEC), é preocupante, de acordo com o presidente executivo da ONG Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos.

Passar da nota 3,5, em 2007, para 3,6, em 2009, mostra uma estagnação, segundo Ramos. A escala vai de 0 a 10. A meta para 2021 no ensino médio é de 5,2 pontos. “As boas notas do ensino fundamental não se perpetuam no ensino médio. O que puxou as notas nas séries iniciais foi o desempenho dos alunos e não a aprovação. No ensino médio, o peso da aprovação foi muito maior que o desempenho, relativamente. É muito preocupante a questão do ensino médio. Isso coloca um desafio para os próximos governadores”, afirmou.

A avaliação foi criada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e leva em conta dois fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil.

Para Mozart, uma reforma do ensino médio deverá ser colocada na agenda de prioridades dos próximos governadores, que deverão articular as ações com o MEC. “Eles têm de focar, principalmente, na valorização dos professores e na reformulação do currículo, que precisa ficar mais atraente”, disse.

 

Revista eletrônica do Programa Jovem Aprendiz Rural 8 08UTC julho 08UTC 2010

 

A Oficina de Tecnologia da Informação do Jovem Aprendiz Rural, desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo, prevê a seguinte atividade:

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Lançando o grande desafio da oficina

Faça uma apresentação solene do grande desafio da Oficina de Tecnologia da Informação o projeto de criação e realização de uma revista. O tema básico da revista será o desenvolvimento sustentado e a agropecuária. Colocado como questão, o tema pode ser assim enunciado: Qual o papel da agropecuária no desenvolvimento sustentado?

Estimule comentários e perguntas a respeito da proposta. Faça circular exemplares da revista Globo Rural, como exemplo de revista que tem a agropecuária como tema. Peça para os participantes observarem o lay-out, a “cara” da revista, o quadro das seções existentes na publicação, logo na primeira página, e o editorial na página seguinte. Observar também o visual (lay-out) de cada seção. Aponte a apresentação das sessões no corpo da revista: títulos, matérias, reportagens, propaganda.  Converse sobre os assuntos que poderiam ser tratados na revista, dentro do âmbito de conteúdo definido.

A fonte de pesquisa será apenas a Internet, tanto para o conteúdo quanto para ilustrações. Anúncios de publicidade poderão ser criados com recursos da Internet e do próprio Word e do Paint. Entrevistas com cientistas e técnicos podem ser incluídas, se forem feitas por e-mail.

Explique que eles deverão fazer primeiramente o projeto da revista, definindo o que ela deverá conter, suas seções, reportagens, etc. O trabalho terá início na próxima sessão de aprendizagem. Até lá, todos podem ir pensando sobre a revista, como poderia ser, que contribuição poderia trazer, etc.

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Como resultado da atividade, revistas eletrônicas foram editadas. Algumas delas estão publicadas na Internet. Um exemplo de revista eletrônica já publicada pode ser acessada  em:  http://www.slideshare.net/nilouchat/jovem-agricultor.

Visite.

 

Em 2009, Ideb do ensino médio estaciona; nota dos anos iniciais continua avançando 6 06UTC julho 06UTC 2010

Ana Okada
Em São Paulo
Atualizado às 21h54

Foi divulgado nesta quinta-feira (1º) o “boletim” da educação brasileira pelo Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), baseado em dados de 2009. A primeira etapa do ensino fundamental (1ª à 4ª série) ficou com nota média de 4,6. A segunda etapa (5ª a 8ª série), ficou com 4,0; o ensino médio, por sua vez, teve média 3,6. As médias, apesar de “vermelhas”, estão acima das metas traçadas pelo governo para o ano de 2009, que eram de 4,2, 3,7 e 3,5, respectivamente. A nota é medida numa escala que vai de 0 a 10.

O ensino médio, que apresentou nota média 3,6, foi o que apresentou menor crescimento: teve apenas variação de 0,1 em relação ao último índice divulgado, em 2007. De 2005 a 2007, a nota do ensino médio teve o mesmo aumento: foi de 3,4 para 3,5.

O índice é realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), foi criado em 2007 e serve para direcionar as políticas para a melhoria da educação. Para isso, o Ideb agrega as taxas de aprovação, abandono escolar e o desempenho dos estudantes no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), que abrange os níveis fundamental e médio, e na Prova Brasil, que avalia apenas o nível fundamental.

Até 2021, o governo espera que os níveis fundamental e médio atinjam a nota 6 — média da educação nos países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), que participam do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos, em inglês), tais como Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Suécia, Finlândia, Coréia do Sul, Japão, Uruguai, Brasil, México e Rússia, dentre outros.

Composição do Ideb

Em 2009, no ensino fundamental, as notas médias do Ideb tiveram maior participação da Prova Brasil em sua composição. Em 2007, nos anos iniciais do fundamental (1ª a 4ª séries) a participação da prova foi de 59,2%; em 2009, foi de 71,1%. Nos anos finais do fundamental (5ª a 8ª série), a participação do desempenho em 2007 foi de 53,7%; já em 2009, foi de 64%.

A maior participação do desempenho na prova, segundo Joaquim José Soares Neto, presidente do Inep, significa que as notas dos estudantes estão aumentando. “Isso significa que a educação brasileira melhorou: tanto no rendimento escolar quanto no desempenho, na medição do aprendizado”, disse, em entrevista coletiva realizada nesta quinta.

Dados “excelentes”

Para Reynaldo Fernandes, professor da USP (Universidade de São Paulo) e ex-presidente do Inep, apesar de, aparentemente baixos, os resultados foram “excelentes”. Ele prevê, porém, que deve ficar mais difícil aumentar as notas nos próximos anos, pois torna-se mais difícil ter notas melhores depois que se chega a um patamar médio.

“Acho que vai começar a ficar mais difícil ver esses saltos na 4ª série nas próximas [divulgações do Ideb] e os resultados futuros na 8ª série deve ser maior por um efeito de geração”, diz Fernandes. “No caso do ensino médio, dado o histórico desses alunos, eles estão bem”, avalia. “Os alunos que estão hoje saindo foram avaliados em 2001, o pior resultado do Saeb do histórico”, diz.

 

 
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