Germinal – Educação e Trabalho

Soluções criativas em Educação, Educação Profissional e Gestão do Conhecimento

Lançamento do livro Metodologia de Desenvolvimento de Competências 10 de maio de 2013

Arquivado em: Sem categoria — José Antonio Küller @ 8:18 pm

convite-metodologia

 

MEC publica portaria que destina recursos ao Sistema S para oferta de cursos técnicos 2 de abril de 2013

Arquivado em: educação profissional,Ensino médio - cursos técnicos — José Antonio Küller @ 12:56 pm

 

Yara Aquino – Agência Brasil – 01/04/2013 – Brasília, DF

A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação publicou na edição de hoje (1°) do Diário Oficial da União portaria que destina R$ 405 milhões a entidades do Sistema S para a oferta de cursos por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O Sistema S é parceiro do programa desde o seu lançamento.

Os recursos são destinados ao custeio da ação Bolsa Formação do Pronatec que oferece cursos de educação profissional técnica de nível médio e cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional.

As entidades que vão receber os recursos são o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat). O valor é destinado ao custeio das atividades ao longo de 2013.

O Pronatec foi criado em 2011 pelo governo federal com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. Até 2014, a meta é oferecer cursos técnicos e de formação inicial e continuada a 8 milhões de estudantes e trabalhadores.

 

Instituições privadas farão parte do Pronatec e do Fies Técnico 27 de março de 2013

Arquivado em: Ensino médio - cursos técnicos,Ensino médio integrado — José Antonio Küller @ 1:31 pm

 

- Agência Brasil – 26/03/2013 – Brasília, DF

 

Instituições privadas de ensino superior e escolas privadas de educação tecnológica deverão integrar o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) Técnico a partir do segundo semestre deste ano, disse hoje (26) o secretário de Educação Tecnológica do Ministério da Educação (MEC), Marco Antonio de Oliveira, em audiência pública da Comissão Especial de Reformulação do Ensino Médio, na Câmara dos Deputados.

 

Outra mudança, no que diz respeito ao ensino técnico, será a reformulação da Educação de Jovens e Adultos (EJA), também a partir do segundo semestre. A carga de ensino técnico será enfatizada e haverá uma melhor articulação da área com os demais conteúdos.

 

Segundo Oliveira, o Brasil tem 22,5 milhões de jovens entre 18 e 24 anos. Desses, 7,6 milhões, cerca de um terço, concluíram o ensino médio e não ingressaram em nenhum outro sistema de ensino, superior ou de formação técnica. Com a entrada das escolas privadas, explica, “esperamos ampliar a oferta de vagas no ensino técnico de nível médio”. Poderão participar instituições privadas de ensino superior com avaliação positiva exigida pelo MEC e escolas técnicas privadas que forem bem avaliadas pela rede federal, que será responsável por verificar o cumprimento das exigências para a oferta de cursos.

 

Atualmente, é ofertado o ensino integrado, que alia ensino médio com ensino profissionalizante, e o chamado ensino concomitante, que possibilita aos jovens que estudam na escola pública que façam cursos profissionalizantes no contraturno. Com as privadas, afirma o secretário, “será possível ofertar mais vagas para o subsequente: curso técnico de 800 a 1.400 horas de duração para quem já deixou o ensino médio”.

 

A oferta de cursos técnicos, segundo estima o MEC, deve influenciar também as matrículas do Educação de Jovens e Adultos (EJA) . O número de matrículas caiu de 1,6 milhões em 2007 para 1,3 milhões em 2012 no ensino médio. Segundo o secretário, tratam-se de estudantes com histórico de fracasso escolar. Uma solução seria “estreitar a relação entre a educação de jovens e adultos e ensino profissional, de forma simultânea”.

 

“Estamos falando de um jovem trabalhador que não concluiu o ensino médio, mas que está inserido no mercado. Ele vai poder ingressar no EJA, fazer a avaliação do conhecimento profissional que ele tem – e isso é considerado crédito na formação dele – e fazer também a parte complementar de educação básica valorizando conteúdos fundamentais como matemática, português e conhecimentos gerais, sempre associando esses conteúdos com a formação profissional”.

 

De acordo com o Censo da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2012, foram 1,4 milhões de matrículas em cursos técnicos no país. Somente pelo Pronatec, foram 502,9 mil. A meta para o programa é um total de 2,4 milhões de matrículas de 2011 a 2014 em cursos técnicos. O Pronatec prevê a oferta de cursos de formação inicial e continuada, que somadas ao ensino técnico, chegam a uma meta de 7,9 milhões de matrículas de 2011 a 2014

 

Pronatec está com inscrições abertas 18 de março de 2013

Arquivado em: educação profissional,Ensino médio - cursos técnicos — José Antonio Küller @ 2:39 pm

 

Mariana Tokarnia – Agência Brasil – 17/03/2013 – Brasília, DF

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem 32 mil vagas disponíveis para cursos gratuitos em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat – o chamado Bolsa Formação. As inscrições foram abertas no dia 18 de fevereiro e não tem prazo para acabar. O processo é contínuo e as inscrições podem ser feitas pelo portal do Pronatec.

De acordo com o ministério da Educação (MEC), em um primeiro momento terão prioridade os trabalhadores cadastrados no Sistema Nacional de Emprego ou nos centros de referência de assistência social. Podem se inscrever trabalhadores, inclusive agricultores familiares, silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores; povos indígenas; comunidades quilombolas; adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas; desempregados; pessoas com deficiência; pessoas que recebem benefícios dos programas federais de transferência de renda ou que estejam cadastradas no CadÚnico; praças do Exército e da Aeronáutica com baixa do serviço militar ou atiradores; estudantes matriculados no ensino médio em escolas públicas, inclusive na Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Caso não encontre a opção desejada, o candidato pode indicar até três cursos de seu interesse para ser avisado quando surgirem novas vagas.

O Pronatec foi criado pelo governo federal em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica e oferece dois tipos de curso: o técnico, para quem está matriculado no ensino médio, com duração de um ano, e o curso de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, com duração mínima de dois meses.

A meta global do Pronatec para 2013 é a geração de mais de 2,3 milhões de vagas, boa parte na modalidade de Bolsa Formação – vagas gratuitas para cursos de rápida duração em escolas públicas federais e estaduais e nas unidades de ensino do Senai, do Senac, do Senar e do Senat. Até o final deste ano deve-se chegar a 900 mil vagas ofertadas pelo Bolsa Formação

 

Design da classe afeta em 25% o desempenho do aluno, diz pesquisa 24 de janeiro de 2013

Arquivado em: Sem categoria — José Antonio Küller @ 2:50 pm

Do Porvir*

Enquanto escolas pelo mundo debatem a importância de redesenhar seus espaços, os professores, em sua rotina diária, fazem o quanto podem para darem uma aula do século 21 em um espaço do século 18. Uma pesquisa publicada no jornal Building and Environment vem somar urgência a esse debate ao confirmar, pela primeira vez, que a forma como a sala de aula é desenhada, de fato, impacta no desenvolvimento do aluno. E não é pouco: ao longo do ano letivo, o progresso do estudante pode ser 25% maior ou menor, a depender de seu espaço de aprendizagem.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Salford, em Manchester, e arquitetos do escritório Nightingale Associates, foi feito ao longo do ano letivo 2011-2012 (as aulas no hemisfério norte começam no segundo semestre) em 34 salas de aula britânicas. Ele foi dividido em duas linhas de pesquisa. A primeira coletou dados básicos de 751 alunos, como idade, série e desempenho em matemática, leitura e escrita. O segundo grupo avaliou cada sala de aula de um ponto de vista global, dando nota de 1 a 5 em 10 parâmetros: luz, som, temperatura, qualidade do ar, escolha, flexibilidade, conexão, complexidade, cor e textura.

Cada um desses parâmetros foi subdividido em alguns fatores. Luz, por exemplo, incluía tanto a quantidade de luz natural que entra na sala quanto a habilidade do professor em controlar o nível de iluminação; flexibilidade levou em consideração o quão bem determinada sala de aula conseguia acomodar as crianças sem amontoá-las, além de avaliar também se a mobília poderia ser rearranjada facilmente para atividades e abordagens pedagógicas diferentes. Já o quesito escolha tem a ver com a qualidade dos móveis na sala e a possibilidade que eles têm de oferecer mesas e cadeiras “interessantes” e ergométricas para os alunos. Complexidade e cor estão relacionadas com prover vários tipos de estímulos visuais aos estudantes na sala de aula.

Depois de um ano de análises, os pesquisadores descobriram que seis dos parâmetros de design –cor, escolha, conexão, complexidade, conexão e luz – tiveram efeitos significantes nas notas que os alunos tiveram. Os resultados mostram também que 73% da variação no desempenho dos alunos pode ser explicada pela variação de algum dos parâmetros analisados no estudo. O professor Peter Barrett, principal autor do estudo, ressaltou à University of Salford o ineditismo dos resultados. “Há muito tempo se sabe que vários aspectos físicos impactam as pessoas, mas esta é a primeira vez que uma avaliação holística relaciona, com sucesso, o impacto geral às taxas de aprendizagem nas escolas. O impacto identificado é, de fato, maior do que imaginávamos”.

Caroline Paradise, do Nightingale Associates, se diz animada com os resultados. “Estamos empolgados com essas conclusões. Isso vai ajudar designers e educadores a endereçarem melhor seus investimentos em espaços de aprendizagem.” Com o sucesso do primeiro ano do estudo, os pesquisadores angariaram fundos para continuar as análises ao longo dos próximos 18 meses. Mais 20 escolas no Reino Unido serão incluídas no escopo.

 

Os números de 2012 30 de dezembro de 2012

Arquivado em: Sem categoria — José Antonio Küller @ 11:39 pm

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

19,000 people fit into the new Barclays Center to see Jay-Z perform. This blog was viewed about 140.000 times in 2012. If it were a concert at the Barclays Center, it would take about 7 sold-out performances for that many people to see it.

Clique aqui para ver o relatório completo

 

Ritos de Passagem 24 de dezembro de 2012

Arquivado em: Sem categoria — José Antonio Küller @ 5:44 pm

Republicação de Germinal - Educação e Trabalho:

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O artigo de Jerônimo Lima, que reproduzimos a seguir, também pode ser encontrado no ScribdO artigo é curto. Por isso, decidimos publicá-lo na íntegra.

O autor faz um uso muito interessante de conceitos que também utilizamos em nosso livro Ritos de Passagem – Gerenciando Pessoas para a Qualidade. Inclusive, o artigo cita esse livro como uma de suas referências principais.

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