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Trilha Jovem, agora em livro 27 27UTC Novembro 27UTC 2009

O site do Instituto IBI  veicula a seguinte notícia sobre o Projeto Trilha Jovem:

 

O projeto Trilha Jovem nasceu da idéia de contribuir para a formação de jovens em turismo sustentável e ultrapassou as fronteiras do estado baiano – onde teve início – chegando a oito estados.

 

No ano passado, a parceria foi ampliada, em uma iniciativa pioneira para o Instituto ibi pela dimensão do investimento. Foram 5 estados, 5 organizações de perfis distintos e mais de 45 profissionais capacitados na metodologia do Trilha para formar 1.080 jovens.

 

Com o apoio do Instituo ibi, foi desenvolvido um sistema de monitoramento e avaliação via web, ferramenta fundamental para que a equipe de coordenação nacional, sediada em Salvador (BA), pudesse estar mais próxima dos destinos onde o Trilha era realizado.

 

Outro resultado deste percurso foi a sistematização da experiência em uma publicação, denominada “Sentimentos Trilheiros”, elaborada por Tarcilla Siqueira. A sistematização será lançada em breve e abordará os desafios e alcances desta expansão a partir do relato dos participantes.

Já o Jornal Feira Hoje, em edição de 24/11/2009, informa que, dentre as comemorações do Dia do Hoteleiro, em evento promovido pela  Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Bahia (ABIH Bahia), Instituto da Hospitalidade, Bahiagás, Secretaria Extraordinária para Assuntos da Copa (Secopa) e Colortel, no dia 26 de novembro, no Catussaba Resort Hotel, o livro foi lançado. Citando o Jornal:

 

Durante o evento, o Instituto de Hospitalidade fará o lançamento do livro Sentimentos Trilheiros – A história do programa Trilha Jovem, um olhar dos seus principais autores sobre o turismo e inclusão social do projeto, que completa nove anos.

 

Por scogle

Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para o Instituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.

 

Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.

 

A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade  da expansão nacional do Projeto.

 

Technorati : Trilha jovem, capacitação, copa de 2014, educação, educação profissional, jovens de baixa renda, mercado de trabalho, qualificação, trabalho, turismo
Del.icio.us : Trilha jovem, capacitação, copa de 2014, educação, educação profissional, jovens de baixa renda, mercado de trabalho, qualificação, trabalho, turismo
Ice Rocket : Trilha jovem, capacitação, copa de 2014, educação, educação profissional, jovens de baixa renda, mercado de trabalho, qualificação, trabalho, turismo

 

Aprendizagem Rural: Colheita e Armazenagem 22 22UTC Novembro 22UTC 2009

 

 O texto postado a seguir é a orientação para uma visita técnica do Progama de Aprendizagem Rural, que foi desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo. A orientação para a visita está incluída no Manual do Instrutor do Projeto Articulador “Tornar uma Área Produtiva de Forma Sustentável”, Parte IV: Manejo e Colheita.

 

 

 

Visita técnica: Colheita e armazenagem

 A sessão de aprendizagem acontecerá em uma ou mais unidades de produção agrícola de grande porte. Se for possível, a turma será dividida em quatro grupos. Cada grupo deverá visitar uma propriedade rural dedicada à produção agrícola. Sendo possível, um dos grupos visitará uma unidade de produção diversificada de olerícolas. Outro grupo visitará uma propriedade dedicada às culturas anuais. Um terceiro grupo observará, em propriedade especializada, a colheita de produtos de culturas perenes ou semiperenes.

 

 É importante que a unidade visitada esteja em procedimento de colheita das culturas em questão. Você decidirá sobre a necessidade de deslocamento desta sessão para um momento posterior do Programa de Aprendizagem Rural, fazendo as adaptações necessárias, se preciso.

 

 No caso de impossibilidade de visita a várias propriedades, todos os grupos visitarão uma unidade de produção de olerícolas e de especiarias, onde a atividade de colheita é mais contínua. Neste caso, é recomendável que cada grupo de aprendizes observe as colheitas das espécies pertencentes a um mesmo tipo de olerícola ou especiaria. A saber:

● Grupo 1 – olerícolas folhosas (alface, almeirão, rúcula…);

● Grupo 2 – olerícolas de flor (alcachofra, couve-flor, brócolo…);

● Grupo 3 – olerícola de frutos (tomate, abóbora, pepino, pimentão…);

● Grupo 4 – olerícola de raízes, tubérculos e bulbos (cenoura, cará, mandioquinha, rabanete, alho, cebola, aspargo, cebolinha…)

● Grupo 5 – especiarias (manjericão, salsa, orégano, coentro…).

 

 Seguindo instruções da Cartilha do Aprendiz, os grupos utilizarão, como orientação de trabalho, a ficha de observação inserida no quadro a seguir e também disponível na referida cartilha.

 

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Durante a visita, enquanto objetivo secundário, solicite que os aprendizes investiguem as formas de manejo das culturas em observação, em especial naqueles aspectos do manejo que apresentem problemas no terreno experimental. O foco principal da visita será, no entanto, os procedimentos relativos à colheita e armazenagem da cultura em observação.

 

 Cada grupo utilizará tantas fichas de observação quantas forem as culturas observadas, preenchendo em todas elas a coluna “Procedimentos”, com o registro das formas de proceder utilizadas na propriedade que está sendo visitada. Se vários grupos observarem a mesma cultura, na mesma propriedade, reserve algum tempo no fim da sessão para integrar as observações de todos os grupos em uma única ficha.

 

O que faz um colégio ser bom no ENEM? 12 12UTC Novembro 12UTC 2009

 

Em post anterior, discutindo uma tabela publicada no jornal Folha de São Paulo em: Melhores colégios tem até 50 candidatos por vaga, concluímos  que os colégios são bem colocados porque selecionam os melhores alunos já no início do Ensino Médio. A seleção se faz por meio de exames de admissão e/ou através da condição sócio-econômica dos candidatos. Os colégios são tão bons quanto os alunos que os frequentam.

 

Em outro post, Resultados do ENEM e Mudanças no Ensino Médio , perseguindo a relação entre a inovação na arquitetura escolar e os resultados do ENEM, fizemos uma busca no google/imagens e nos sites dos 10 colégios mais bem classificados no Brasil, tendo como referência o ENEM de 2008. Constatamos que eles não inovam na arquitetura escolar e que provavelmente também não são inovadores na metodologia de ensino que adotam.

 

Usando os mesmos recursos de pesquisa vamos investigar os 10 “melhores” colégios paulistas. Nesta busca, estamos tentendo responder à seguinte pergunta: os colégios paulistas mais bem classificados no ENEM inovam na arquitetura escolar ou na metodologia que adotam,

 

Inicialmente, estudamos os dois primeiros colocados: Vértice e Bandeirantes. Neste post vamos investigar os colégios classificados em terceiro e quarto lugares: O Colégio Móbile e o CEFET/SP, hoje IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia).

 

Colégio Móbile

Apresentamos abaixo o que de mais significativo encontramos no Colégio Móbile sobre arquitetura escolar e e metodologia de ensino.

 

Externamente, o prédio do Colégio Móbile é  muito bonito. O prédio do Ensino Médio foi projetado pelo arquiteto Paulo Sofhia e premiado na III Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

 

O projeto pedagógico é tratado de forma mais extensiva do que o comum dos projetos de escolas particulares. Entretanto, sobre metodologia ele é meio evasivo. O textos citados abaixo, retirados do site do colégio, são os mais representativos que encontramos sobre metodologia e sobre a arquitetura esolar interna.

 

“Crianças e adolescentes se convertem em sujeitos ativos do processo de aprendizagem quando despertados para o prazer e a responsabilidade de aprender. Essa atitude participativa é o ponto de partida indispensável para desenvolver a capacidade de pensar, de discriminar valores, de cooperar, de ter a habilidade de se adaptar às novas exigências do grupo e do meio.”

 

“O conceito básico das salas de aula é o de sala-ambiente. Os alunos – e não os professores – mudam de espaço, conforme o horário de cada série. Isso possibilitará que cada sala tenha a melhor estrutura para o ensino das disciplinas. Da mesma forma, as disciplinas de Química, Física e Biologia têm seus próprios laboratórios, com aproximadamente 100 metros quadrados de área cada um. A sala de Informática com equipamentos modernos, uma sala de artes, um teatro, uma biblioteca multimídia e uma quadra poliesportiva completam os recursos disponíveis para o aluno do Ensino Médio.”

 

As fotos a seguir mostram dois desses ambientes.

 

Observe que este primeiro, na foto ao lado, não está organizado de forma a estimular a referida atitude participativa.

 

 

 

 

 

Uma  segunda foto de uma  dessas salas ambientes mostra um arranjo físico mais compatível com a atitude participativa prevista na proposta pedagógica do Colégio.

Não vimos fotos de salas convencionais ou pelo menos fotos de salas denominadas assim.

 

No entanto, a foto com o professor conversando com o aluno, também extraída do site, mostra um arranjo (em auditório) convencional e deixa uma dúvida. Não seriam todas as salas de aula convencionais organizadas dessa maneira.

 

 

IFSP (unidade da capital)

Ao contrário das escolas privadas, a única escola pública na lista dos dez colégios mais bem classificados no ENEM, em seu site, não dá muita importância às fotos. Assim, não temos foto de sala de aula a mostrar. A pequisa de imagens no Google também não permitiu identificar fotos que fossem de salas de aula da antiga Escola Técnica Federal de São Paulo.

 

Também ao contrário das escolas particulares, o site dedica 15 páginas de texto à proposta pedagógica da instituição de ensino. É a primeira vez que vemos textos claros e detalhados sobre a metodologia de ensino proposta. Como exemplo:

“Assim, o estudante é estimulado, via rotineiras e diversificadas metodologias problematizadoras, mediadas pelo outro e pela cultura, aprende a ser, aprende a conviver, aprende a fazer e aprende a aprender.

Esse paradigma de aprendizagem se ancora também nos pressupostos vygotskyanos, quer por considerar o aprendizado como um processo eminentemente social, quer por ressaltar a influência da cultura e das relações sociais na formação dos processos mentais superiores.

Opondo-se às teorias inatistas e ambientalistas, crê num sujeito histórico interferente e produtivo, onde:
- A consciência nasce da atividade prática e é construída pela interação homem-mundo, mudando de acordo com as mudanças sociais.
- A interação sujeito-objeto é mediada pelo uso de signos.
- A internalização dos signos desenvolve as funções mentais superiores.
- A apropriação do conhecimento se dá por um processo ativo do indivíduo em suas relações de trocas com o meio e o outro.
- A aprendizagem é processo social, caracterizada pelas multi inter-relações entre o sujeito e o meio.
- A linguagem no interior dos grupos é básica por exercer a função mediadora, ampliando as relações sociais e da apreensão da experiência humano- social.”

 

Na ausência de fotos, postamos uma tabela que resume a infra-estrutura do IFSP (unidade da capital):

NFRA-ESTRUTURA FÍSICA – UNIDADE SÃO PAULO
Ambientes Didáticos Quantidade
Salas de Aula Tradicionais 59
Auditório 03
Salas de Projeção 05
Biblioteca Multi-Área 01
Laboratórios de Informática Integrados em Rede Internet 16
Salas de Desenho 07
Laboratórios de Física, Química e Biologia 06
Laboratórios de Geografia e Redação 06
Laboratórios de Construção Civil 08
Laboratórios de Eletrotécnica 07
Laboratórios de Eletrônica e Telecomunicações 07
Laboratórios de Mecânica: 10
Laboratórios de Automação 04
Célula de Manufatura 01
Oficinas de Praticas Profissionais de Eletrônica, Eletrotécnica e Telecomunicações. 03
Oficinas de Produção Mecânica de Tornearia, Frenagem, Retificadora e Maquinas Especiais 04
Oficinas de Produção Mecânica de Soldas Elétricas e Oxiacetileno 02
Laboratórios de Turismo 01
Laboratório de Educação Musical 01
Ateliê de Artes 01
Estúdio de Rádio e TV 01
Pista de Atletismo 01
Campo de Futebol 01
Quadras Poli – Esportivas  

 

Observe-se que a tabela informa a existência de 59 salas tradicionais. Quase apostamos que elas estão, na maior parte do tempo, no formato de auditório. Somadas ao auditório propriamente dito e às 5 salas de projeção temos  um total de 65 salas em formato de auditório. As demais, ao todo 88, certamente não estão organizadas assim.

 

Pela primeira vez encontramos um colégio, dentre os que vão bem no ENEM, que valoriza a metodologia ativa e que tem a maioria das salas de aula organizadas em formatos não-tradicionais.

 

Poderíamos concluir que metodologias e espaços mais modernos de ensino não são incompatíveis com o sucesso no ENEM. Infelizmente nos lembramos a tempo que, nos exames seletivos para o ingresso IFSP, concorrem 50 candidatos por uma vaga. Também nos recordamos que a mensalidade no Ensino Médio do Móbile supera os R$ 1.700,00. Isso repesenta muito mais que o salário médio no Brasil.

 

De fato o ENEM não discrimina nem seleciona. Quanto ele acontece na vida escolar da população estudantil brasileira a seleção já foi feita.

 

Mas afinal, o que é o Trilha Jovem? 5 05UTC Novembro 05UTC 2009

 

 

Postamos a seguir mais vídeos referentes ao Projeto Trilha Jovem; dando um detaque ao primeiro: Mas Afinal o que É o Trilha Jovem? O vídeo retrata, do ponto de vista de seus participantes, o clima do Projeto.

 

 

 

 

 

O Projeto Trilha Jovem nasceu de uma proposta curricular desenvolvida, em 2001, pela Germinal Consultoria para oInstituto de Hospitalidade (IH), de Salvador, na Bahia.

 

 

Essa primeira versão foi alterada pelo IH nas primeiras implementações, em 2004. Depois, em 2006, a versão original e a inicialmente implementada foram fundidas na versão atual, que ganhou dimensão nacional. A Germinal contribuiu nesse trabalho.

 

 

A partir da crítica, sistematização, reformulação e ampliação dos planos de aula utilizados nas primeiras implementações, a Germinal criou também as Referências para a Ação Docente (Eixos I, II e III), que são manuais que apresentam sugestão, passo a passo, de desenvolvimento de todas as unidades curriculares do Projeto. As Referências para a Ação Docente facilitam e são fundamentais na manutenção da qualidade  da expansão nacional do Projeto.

 

Jovens Aprendizes visitam jornal 27 27UTC Outubro 27UTC 2009

Notícia publicada na edição de 24/10/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno C, informa que os alunos do Programa Jovem Aprendiz Rural visitaram o Jornal.

 

Fot Aldo V. Silva

 

 O grupo, que foi formado em abril deste ano pela primeira vez em Sorocaba, conheceu as toda a área do jornal, como arquivo, auditório, projeto memória, redação e gráfica. O aluno Gilliard Augusto de Camargo, de 15 anos, disse ter se encantado com a estrutura do Projeto Memória – responsável pelo arquivo material e digitalização do jornal diário. “Achei interessante o fato dos jornais antigos terem que ser guardados em um local de baixa temperatura e pouca iluminação”, falou. Já Anailton José Firmino, de 17 anos, mostrou interesse quanto à história do jornal. “Não sabia que era centenário. Achei a história interessante, assim como a estrutura e organização da empresa”, falou.

 

 Teoria e prática

O projeto Jovem Aprendiz Rural dispõe de aulas práticas e teóricas sobre agricultura e empreendedorismo rural. “São alunos de escolas estaduais que foram selecionados para compor a classe. Todos residem nas proximidades do Lar Escola Monteiro Lobato, onde as aulas são ministradas”, explicou a instrutora Josemar Cury Basso do Rego.

 

 Segundo o instrutor Cesar Augusto Scaglianti, o projeto Jovem Aprendiz Rural conta com 360 horas de curso divididas em 150 dias úteis. “As aulas acontecem sempre de segunda a quinta das 13h30 às 17h30”, explicou ele que é responsável pelas aulas práticas de cultivo no campo no projeto e que acompanhou os alunos na visita ao jornal.

 

 

O Programa Jovem Aprendiz Rural, destinado aos jovens oriundos do campo e aprendizes, foi desenvolvido pela Germinal Consultoria para o SENAR de São Paulo. Busca desenvolver competências básicas para o trabalho, competências gerais para o trabalho rural e competências para o empreendedorismo.

 

 Para o desenvolvimento dessas competências, tem uma organização curricular composta por Projetos e Oficinas, como pode ser visto aqui.

 

 Para cada um dos componentes curriculares foi elaborado um manual para o coordenador docente e uma Cartilha do Aprendiz, de modo a propiciar um referencial para a ação docente, um material de apoio para os alunos e facilitar a integração e o treinamento dos professores do Programa. Para conhecer agumas amostras desses manuais, clique aqui.